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Morticínio

Bolsonaro e governadores podem matar 600 mil até julho

comparado à guerra do Iraque, no morticínio praticado pelos EUA e aliados, Brasil pode superar os meio milhão de vitimados

Covas abertas – Reprodução

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Em artigo da CUT de 06 de abril de 2021, e relatado que, uma das universidades do país mais genocida do mundo, a Universidade de Washington, no EUA afirma que o Brasil pode registrar 100 mil mortes, se nada for feito.

Segundo o artigo, até 1° de julho, o país pode chegar à marca de quase 600 mil óbitos – o número exato projetado é de 562,8 mil mortes. Segundo os cientistas, 55 mil vidas poderiam ser salvas apenas com o uso universal e correto da máscara.

O que está ocorrendo no Brasil é o equivalente a matança feita pelos norte- americanos, Inglaterra, e demais aliados, comandados pelos EUA, onde foram tiradas a vida de quase 600 mil pessoas entre civis e militares, sendo a predominância de civis.

Ignorando totalmente a necessidade da população ser vacinada que, no Brasil não chega a 5% desde o dia 17 de janeiro, quando se deu o início no Brasil, o estudo coloca a situação do Brasil em três possibilidades: No pior dos cenários, segundo a análise, a circulação de pessoas já vacinadas voltará aos níveis pré-pandêmico, e a de não vacinados se manterá como no ano passado; as variantes brasileira e sul-africana do vírus se espalharão por locais aonde não haviam chegado; as vacinas serão menos eficientes contra a cepa sul-africana; e o uso de máscara começará a cair entre os vacinados 30 dias após receberam a segunda dose do imunizante.

No segundo cenário, o total de mortos em decorrência da doença chegará a 421 mil em 30 de abril, cerca de mil óbitos a menos do que no cenário mais grave.  No terceiro e mais otimista, a universidade afirma que tudo isso seria evitado se 95% da população brasileira usasse máscaras de forma apropriada.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, também prevê dias “dramáticos” no Brasil e alertou que as mortes diárias por Covid-19 podem chegar a 5 mil. As afirmações foram feitas em entrevista ao jornal Valor Econômico.

Para ele, o Brasil está num momento em que a velocidade de transmissão ainda é muito alta. “Os próximos 15 dias serão muito dramáticos. Veja, há uns 20 dias, parece que ninguém imaginava que iríamos checar à casa dos 3 mil mortos por dia. Cruzamos a casa dos 2 mil, já passamos na casa dos 3 mil, estamos indo para os 4 mil e vamos chegar a 5 mil mortes por dia”, lamentou.

Se o Diretor do Instituto Butantan estava mais do que correto em sua previsão, pois no dia 08 de abril o país ultrapassou a marca dos 4 mil mortos pelo Covid-19, mais precisamente 4.249.

Política criminosa

O que o levantamento realizado pela Universidade de Washington/EUA ignora é que não há nenhuma medida que vá resolver as condições do povo se, quem mais está sofrendo com o contagio são os trabalhadores que têm que pegar os transportes lotados todos os dias e, nos ônibus, trens do Metrô ou da companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) não há sequer qualquer insumo de proteção aos seus usuários, que invariavelmente vão e voltam todos os dias de casa para o trabalho e do trabalho para casa, sendo esses os principais alvos de contaminação. Além da vacina, que são controladas pelos monopólios como a Pfizer, Johnson & Johnson entre outras que preferem vender em maior quantidade para os países ricos, imperialistas a distribuir para os países que são subjugados pelo imperialismo, como o semicolonial Brasil entre outros.

Fora a politica criminosa dos governantes genocidas do país, não como estão apregoando de que o fascista Bolsonaro seja o único culpado do país estar nessa situação catastrófica, mas o Doria, Covas do golpista (PSDB), mais todos os governados e prefeitos que estão levando o conjunto dos trabalhadores e da população pobre para uma vala rasa comum de algum cemitério espalhado pelo país. enquanto isso, os grandes empresários podem, eles mesmos, comprarem suas vacinas, com o total consentimento do congresso golpista de forma “legal”.

Pela imediata quebra das patentes, vacinação para todos, fora Bolsonaro e todos os golpistas!

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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Às ruas por fora Bolsonaro, emprego e contra as privatizações - Análise Sindical (Reprise)

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