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PSDB vai à manifestação e manda a polícia reprimir a esquerda

Fome e miséria

Bolsonaro e golpistas manterão salário mínimo de fome em 2022

Não repondo sequer a inflação manipulada, com rebaixamento salarial, a morte virá pelo coronavírus e pela inanição

governo resolve aumentar a miséria no país – reprodução

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Seguindo sua política de matar de fome o conjunto dos trabalhadores e da população explorada, desde o início de 2019, governo golpista do fascista Bolsonaro, já está se preparando para, mais uma vez, não reajustar o salário mínimo.

O Ministério da Economia, cujo neoliberal, golpista, banqueiro e Ministro Paulo Guedes entregou na última quinta-feira (15) a proposta de salário mínimo para o ano de 2022. A proposta é de que, no ano que vem, o salário mínimo, miserável seja R$ 1.147,00, tendo como reajuste somente o valor da manipulada inflação prevista para 2021, a qual está estipulada para 4,3%. Não é necessário fazer muita conta de que este percentual é totalmente falsificado, tomando-se por base as majorações dos preços de produtos e serviços praticados no país. No entanto, não há nenhum aumento real acima desse percentual, o que vem se repetindo desde 2019.

O valor consta no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do próximo ano, apresentado na quinta-feira (15). O projeto é a primeira etapa da construção do Orçamento de 2022, ano de eleições presidenciais.

Fome

O salário mínimo desse ano que já é uma vergonha, além de ser inferior a inflação, pouco se pode comprar ou pagar com uma mixaria de R$ 1.100,00. Ao depararmos com o aumento dos produtos, podemos ver que a inflação já superou e muito, a casa dos dois dígitos. são praticamente todos os itens, de alimentação a serviços, etc.. em março a alimentação, como Arroz, Feijão, Óleo, entre outros atingiu mais de 15% de reajuste, o gás de cozinha, a gasolina e outros derivados de petróleo foram para mais de 30% de aumento, fora o aluguel, contas de água, luz, etc.. É algo escandaloso o que o governo faz com os trabalhadores e a população explorada.

A situação imposta pelo governo Bolsonaro aos trabalhadores, bem como, a população explorada, mais de 120 milhões estão abaixo da linha de pobreza, e convivem, todos os dias, com a fome, no entanto dezenas de milhões desses, sequer recebem a esmola de R$150,00 até R$ 375,00 e que, em média, no entanto pode ser de R$ 250,00, isso para um contingente de 46 milhões da população do país. Ou seja, mesmo esse valor miserável não chega a mais de 74 milhões de brasileiros. A atitude criminosa do governo que, somente no ano de 2020 doou aos capitalistas, grandes empresários e banqueiros, etc. mais de R$ 1.2 trilhões e escancarada precisa ser denunciado. Portanto, é preciso lutar para que todos tenham direito ao auxilio emergencial já! Não como esmola, mas é preciso cobrar dos governos, tanto federal, do fascista Bolsonaro, como dos estaduais e prefeituras, cujo valor não pode ser menor que um salário mínimo. Por essa questão, e contra os demais ataques proferidos pelo governo fascista de Bolsonaro é preciso sair às ruas.

Por um salário mínimo vital

A Constituição Federal (totalmente violada pelos golpistas) em seu Artigo 7º, inciso VI estabelece como um direito dos trabalhadores da cidade e do campo, o:

salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”.

Todo trabalhador e militante de esquerda sabe que no capitalismo, nenhum trabalhador recebe pelo que produz (o resultado da produção e a mais valia é expropriada pelo capitalismo). Mas mesmo nos manuais capitalistas estaria explicito ou implícito que o salário (derivado do sal) deveria ser suficiente para repor o valor da força de trabalho, ou seja, garantir a sobrevivência e renovação das condições necessárias para que o trabalhador continue a produzir e que o proletariado, enquanto classe renove-se, para o que é preciso que o salário sustente ao trabalhador e à sua família, garantia – para o capitalismo – de que haverá continuidade de exploração no futuro.

Para defender o valor da força de trabalho e por fazer cumprir o que estabelece a própria Lei feita pela burguesia, é preciso lutar por um salário mínimo vital, suficiente para atender às necessidades do trabalhador e de sua família, que hoje não poderia ser de menos de R$6 mil.

A luta deve ser nas ruas

Para que seja mudada tal situação é preciso ira às ruas, portanto não dá para os sindicatos ficarem fechados e buscar a resolução dos graves problemas dos trabalhadores por meio de ações na internet ou meros discursos no parlamento.
Nada disso vai impedir que os governos golpistas, continuem fazendo do país uma terra arrasada, portanto, somente os trabalhadores, nas ruas poderão mudar esse estado de coisas.

Usar a avenida Paulista como palco

Desta forma os trabalhadores terão esses grandes motivos para lutar em um 1º de Maio e utilizar como palco a Avenida Paulista. Não fazer como uma parcela da esquerda, que pretende o virtual, com FHC, Ciro Gomes e Maia.

É fundamental a unidade da esquerda para colocar em pratica a luta pelas reivindicações da classe trabalhadora e do conjunto da população explorada.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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Às ruas por fora Bolsonaro, emprego e contra as privatizações - Análise Sindical (Reprise)

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