Apagão prolongado
O estado do Amapá se encontra há três dias sem luz, causando a falta de abastecimento de produtos básicos, como água potável; a capital decretou hoje estado de calamidade pública
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apagão
O acontecimento lembra os anos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) | Foto: Reprodução/Twitter

Desde segunda-feira (2/11) o estado do Amapá todo sofre com um intenso apagão, após um incêndio que atingiu geradores da principal subestação que abastece todo estado. Apenas algumas áreas muito específicas possuem aceso a energia elétrica no estado, sendo eles a cidade de Oiapoque, no extremo-norte do estado, Laranjal do Jari e Vitória do Jari por serem abastecidos com geradores isolados; independentes da subestação principal.

Cerca de 750 mil habitantes estão sem energia elétrica, direito fundamental da população brasileiro. A capital do estado, Macapá, decretou hoje estado de calamidade pública, onde se concentra mais da metade da população do estado. A população desamparada já estoca água, pois o tratamento de água está interrompido há três dias. Comida, remédios e produtos de primeira necessidade já estão se esgotando.

O que está acontecendo no estado do extremo-norte do País é a consequência inevitável da política do golpe de Estado, que aprofunda o desmantelamento de serviços básicos a população. Com base em uma desculpa técnica, o governo Bolsonaro só se manifestou hoje sobre o caso, criando um gabite fantoche de crise para fingir monitorar a situação.

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