Para “conter gastos”
Bolsonaro reafirma que não pretende continuar a pagar o auxílio emergencial e que o Estado não aguenta, mesmo dando pacote de trilhões a banqueiros.
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Bolsonaro e Guedes
Bolsonaro e o banqueiro Paulo Guedes, responsáveis pela política de fome a milhões de trabalhadores. | Foto por: Marcos Corrêa/PR

O presidente ilegítimo, Jair Bolsonaro, afirmou novamente nesta tarde que não pretende dar continuidade ao pagamento do auxílio emergencial de 600 reais. Em entrevista após o lançamento do programa Tv Agromais, da TV Bandeirantes, Bolsonaro afirmou:

União não aguenta outro desse mesmo montante que por mês nos custa cerca de 50 bilhões de reais. Se o país se endividar demais, vamos ter problema” e ainda “vai ser negociado com a Câmara, presidente da Câmara, presidente do Senado, um valor um pouco mais baixo e prorrogar por mais dois meses talvez a gente suporte, mas não o valor cheio de 600 reais“.

O que Bolsonaro e seus economistas não explicam é, como o governo não tem recursos para pagar 50 bilhões a cerca de 100 milhões de pessoas que estão desempregadas, sem qualquer tipo de assistência, mas consegue distribuir cerca de 1,6 trilhões de reais a meia dúzia de banqueiros e algumas dezenas de grandes empresas, muitas delas, inclusive, grandes devedoras do Estado brasileiro.

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