Não à privatização
As empresas estatais devem permanecer nas mão do estado, e todas as que foram privatizadas durante o governo FHC e dos governos posteriores devem ser reestatizadas
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Corréios, empresa que o governo Bolsonaro quer privatizar | Foto: Reprodução

Em mais uma manobra ardilosa para fazer com que a população creia que as estatais são deficitárias foi divulgado relatório fiscal compilando dado sobre o prejuízo dessas empresas de 2012 a 2019.
Empresas como CORREIOS, CASA DA MOEDA, COMPANHIA DOCAS, dentre outras foram citadas como exemplo de empresas estatais que são dependentes do tesouro nacional.
Antes de qualquer análise econômica é preciso deixar claro que empresas como essas não são estatais apenas para serem, elas assim foram criadas para garantir o controle da sociedade sobre setores estratégicos para o país, como o petróleo, telecomunicações, etc.
Esses setores em qualquer país minimamente avançado está na mão do governo, como exemplo, podemos citar inclusive o paraíso dos liberais, qual seja, os EUA (Estados Unidos da América).
Portanto essas “Empresas” não tem um caráter comercial, não é um supermercado, ou uma bodega da esquina, elas existem para proteger o interesse da população frente aos interesses econômicos e políticos de outras nações e mesmo de interesses internos de grupos econômicos.
Por fim elas não objetivam lucro, e devem ser mantidas pelo estado a qualquer custo, mesmo que para isso seja necessário o aporte do tesouro nacional, pois elas garantem a soberania do estado, nesse ponto se assemelham com as forças armadas, e como tal não podem estar na mão de um governo estrangeiro.
Tendo esses argumentos como espinha dorsal é de extrema gravidade que o governo brasileiro sequer cogite a privatização dessas empresas.
Mas é exatamente isso que o governo golpista de Jair Bolsonaro, a mando do imperialismo internacional, principalmente o americano, pretende fazer o quanto antes possível.
E toda e qualquer manobra política ou de marketing esta sendo apresentado a população para justificar a venda dessas empresas.
Com a ajuda da imprensa golpista dados contábeis e financeiros foram usados e falsificados demonstrando que existe o perigo de insolvência dessas empresas, e que o governo teria que aportar recursos bilionários para pagar salários e outras despesas das mesmas.
Ainda que isso fosse verdade o governo teria obrigação sim de fazer o aporte de recursos, mas não é verdade, o que de fato existe é o desmantelamento, demissões, má gestão, etc., toda sorte de tramóias para fazer com essas empresas tenham prejuízo.
E apesar de toda enganação e da falsificação dos números e da tortura a qual eles foram severamente submetidos, eles em franca revolução contra o golpista Bolsonaro, se recusam a mentir.
Sendo assim, mesmo com toda a crise causada pelo desastre econômico provocado pelo capitalismo, olhando os tais números vemos que eles apontam para recuperação.
As empresas estatais devem permanecer não mão do estado, e todas as que foram privatizadas durante o governo FHC e dos governos posteriores devem ser reestatizadas.
As empresas estatais devem ser geridas por seus empregados, que conhecem e tem toda a condição de torná-las empresas excelentes, não do ponto de vista econômico, mas do ponto de vista do interesse público, que não é simplesmente o dinheiro que ela lucra, mas do imenso capital social e estratégico que elas guardam.

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