Espalhando fome e miséria
Vai empurrar muitos mais para as classes D e E, Como vão sobreviver à pandemia com a renda reduzida ainda mais? Empurram para a morte centenas, milhares de trabalhadores,
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Para defender a burguesia, Guedes fica descontrolado | Foto: PCdoBnacamara

Matéria no jornal Brasil Econômico informa que o auxílio emergencial vai ser pago até dezembro, mas muitos ficarão de fora da prorrogação. O valor foi reduzido para R$300,00, totalizando cinco parcelas de R$600 e quatro de R$300. O anúncio foi feito por Paulo Guedes e Jair Bolsonaro à imprensa.

A medida provisória diz que serão pagas até quatro parcelas e o benefício acaba em dezembro, independente do número de parcelas recebidas. Quem começou a receber em abril terá todas as parcelas, enquanto que quem começou a receber em julho terá apenas uma parcela do novo valor.

O governo tinha anunciado que todos que se cadastrarem até 2 de julho vão receber todas as parcelas do benefício, mas a promessa não foi cumprida. A notícia foi confirmada pelo ministério da cidadania.

Essa atitude do governo golpista e fascista deixa clara a política que está sendo adotada, ou seja, doar mais de um trilhão aos bancos e empresas, perdão da dívida de bancos, grandes empresas e agora também da igreja. 

Se observarmos as mencionadas acima, veremos que se trata de entidades que movimentam altas somas de dinheiro e as igrejas ainda são isentas de impostos sobre a renda recebida dos fiéis.

Para os mais ricos da sociedade todo dinheiro, para os pobres, trabalhadores, e a periferia nada. É sem dúvida uma política genocida e criminosa, sem a menor sombra de dúvida.

Fora o tratamento desigual entre os que precisam do auxílio emergencial, contrariando as leis do país, mostra que a lei não é igual para todos, só para alguns privilegiados e milionários.

Ainda mais essa afronta aos trabalhadores, pobres e negros, com a redução do valor das parcelas e da quantidade de parcelas, vai empurrar muitos para as classes D e E. Isso significa queda da qualidade de vida. Aumenta a fome, a miséria, falta de todo tipo de recursos para sobreviver.

Deverá crescer ainda mais o favelamento, as moradias em condições precárias. Se hoje essa condição de vida está dada para uma enorme quantidade da população trabalhadora, por consequência da crise econômica e da pandemia, a redução do valor e da quantidade de parcelas irá piorar muito o que já era péssimo.

Para quem contava apenas com esse auxílio miséria para sobreviver em meio a pandemia, vê agora essa possibilidade reduzida ainda mais, enquanto o governo distribui trilhões aos já abastados. É uma vergonha maltratar tanto esse povo trabalhador que a cada dia está mais jogado à sorte.

Quando esse governo fascista fincar raízes no governo, a coisa irá ficar ainda pior. Não terá outra saída para os trabalhadores a não ser lutar pela própria sobrevivência, arrancando esse governo fajuta e  colocando em seu lugar um governo operário, justo e democrático de fato. 

Pois a democracia que vivemos é das classes opressoras, que promove miséria, fome e doenças para a maioria da população, e por outro lado acumula enormes quantidades de riquezas para a minoria da população, os capitalistas. É hora de dar um basta a essa escória fascista. Todo o poder aos trabalhadores que são os que produzem a riqueza da nação.

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