Um completo servilhismo
Visando sua posição de vassalo, Bolsonaro disse que “o governo brasileiro continuará a colocar em marcha a sua ambiciosa agenda de reformas”.
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Bolsonaro e Trump antes da reunião na 74ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas | Reprodução

Nesta segunda-feira, 19, o presidente golpista Jair Bolsonaro aproveitou o evento organizado pela Câmara de Comércio Brasil-EUA para anunciar três acordos bilaterais fechados com os EUA: a facilitação do comércio entre os dois países, boas práticas regulatórias e um tratado anticorrupção.

“Esse pacote triplo será capaz de reduzir burocracia e trazer ainda mais crescimento ao nosso comércio bilateral com efeitos benéficos também para o fluxo de investimentos”, afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro não poderia deixar de se declarar à Donald Trump (Republicanos). “Sabemos a enorme importância dos investimentos americanos em vários setores da economia brasileira. Convidamos os investidores a examinar atentamente a carteira de programa de parcerias de investimentos, o PPI, e a conhecer melhor as oportunidades que o Brasil oferece em matéria de concessões e privatizações”, disse Bolsonaro.

Além disso, Bolsonaro aproveitou para ratificar o pedido de apoio dos Estados Unidos para a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“Contamos com fundamental apoio do governo dos Estados Unidos nesse processo que será determinante para que se chegue a um rápido e favorável encaminhamento. O ingresso do Brasil na OCDE irá gerar efeitos positivos para a atração de investimentos nacionais e internacionais”, disse.

Obviamente, um apoio dos EUA teria um alto custo para a população brasileira. Visando sua posição de vassalo, Bolsonaro disse que “o governo brasileiro continuará a colocar em marcha a sua ambiciosa agenda de reformas. Já fizemos a reforma da Previdência, que muitos consideravam impossível. O próximo passo será a aprovação da reforma administrativa, que tem o objetivo de modernizar a gestão pública e resultará em economia de cerca de R$ 300 milhões ao Estado nos próximos dez anos”.

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