Golpe imperialista
Todo o golpe realizado na América Latina tem o dedo do imperialismo, principalmente o norte-americano
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27-Jun-2006  Iran – Tehran  Right after  Islamic revolution in Iran (1979); USA embassy has been occupied by Iranian revolutionary guard and since 1980 it become a museum. Out side of the embassy wall has been painted by different art works and drawing related to USA role in king times in Iran. A young man middle of the sidewalk passing one those drawing like so many others who pass this every day.
Fachada da antiga embaixada dos EUA em Teerã, Irã. Foto: Pooyan Tabatabaei/Flickr (CC BY-NC-ND 2.0) |
La Paz, 19 nov (Prensa Latina) Diversas vozes responsabilizam hoje os Estados Unidos de orquestrarem e financiarem com pagamentos a militares e policiais o golpe de Estado contra o governo de Evo Morales na Bolívia.
O próprio Evo, do seu asilo no México, não só aponta ao governo desse país, mas à Organização de Estados Americanos (OEA), à embaixada estadunidense em La Paz, e setores reacionários da direita boliviana como condutores da trama golpista.

‘A OEA não está a serviço dos povos latino-americanos e muito menos dos movimentos sociais, está o serviço do império norte-americano’, disse Morales em sua primeira coletiva de imprensa ao chegar ao México.

Assim, o líder indígena detalhou em uma entrevista ao jornal La Jornada que a embaixada dos Estados Unidos urdiu o golpe e provocou o derramamento de sangue.

Tudo começou com as discussões para modificar a constituição para uma nova reeleição com o que ele não estava de acordo, depois do qual começou uma guerra suja com base na mentira, a encabeçou a embaixada dos Estados Unidos, assegurou.

Nesse encadeamento de fatos, diversas fontes asseguram que o general Williams Kaliman, quem pressionou a Evo Morales a renunciar à presidência em 10 de novembro, foi remunerado por Estados Unidos com um milhão de dólares.

Kaliman recebeu esse montante das mãos de Bruce Williamson, encarregado de negócios da embaixada estadunidense, enquanto outros generais receberam a mesma quantidade e vários chefes de polícia foram pagos com 500 mil cada um.

Depois da autoproclamação de Jeanine Añez como presidenta interina, Kaliman foi imediatamente substituído e em seguida fugiu aos Estados Unidos para se resguardar ante uma possível investigação imediata.

Kaliman assumiu o cargo de chefe das Forças Armadas da Bolívia em 24 de dezembro de 2018, previamente tinha estado no comando do Exército.

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