Abaixo o bloqueio imperialista
São quase seis décadas de imposição ditatorial contra o Estado Operário cubano, uma ação criminosa e terrorista do imperialismo norte-americano
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Bruno Rodr’guez Parrilla, Minister for Foreign Affairs of Cuba, is congratulated by delegates in the General Assembly after the vote to end the economic, commercial and financial embargo imposed by the United States of America against Cuba [item 39], by the thirty-second plenary of the seventy-first session of the General Assembly.  UN Photo/Amanda Voisard 26 October 2016 New York, NY Photo # 701417
Bruno Rodríguez Parrilla denunciou o bloqueio criminoso dos EUA. Foto: Amanda Voisard/ONU |
Havana, (Prensa Latina) – O bloqueio imposto pelos Estados Unidos tenta estrangular a economia de Cuba ao ritmo de quase uma medida por semana, denunciou o chanceler da nação antilhana, Bruno Rodríguez.
Em uma mensagem publicada em sua conta no Twitter, o titular da diplomacia repudiou o recrudescimento de maneira brutal do cerco econômico de Washington para a ilha, iniciado faz 57 anos.

‘Sua política hostil e agressiva contra Cuba danifica a todo nosso povo e aos cubanos que residem nesse país e em qualquer outra nação do planeta’, escreveu ademais Rodríguez.

O bloqueio inclui um conjunto de legislações, regulações e decretos que tiveram começo em 6 de fevereiro de 1963 quando o então presidente norte-americano John F. Kennedy decretou o ‘embargo’ total do comércio com a vizinha ilha, de acordo com a seção 620 (a) da Lei de Assistência Exterior.

Desde então, as Regulações para o Controle de Ativos Cubanos, do Departamento do Tesoro, estipularam o congelamento de todos os ativos na nação norte-americana.

Ademais proibiu as transações financeiras e comerciais a não ser que fossem aprovadas por uma licença federal.

Igualmente resultaram vedadas as exportações cubanas aos norte-americanos, e a realização de transações em dólares com a ilha a qualquer pessoa natural ou jurídica de Estados Unidos ou terceiros países.

Depois de mais de 5 décadas de aplicação, a chegada de Donald Trump à Casa Branca marca uma escalada de ações contra Cuba e, em particular, o reforço do bloqueio.

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