E veio o “escola sem partido” e eu não era professor e não me importei…

escola_fascismo
A direita brasileira está em uma ofensiva contra os direitos democráticos do povo desde 2012 com a movimentação golpista que se iniciou com o julgamento farsa do “mensalão”, passando pelas mobilizações de junho de 2013, as eleições de 2014 e o golpe e impeachment de 2016.
Agora com o governo Bolsonaro a direita golpista e a extrema-direita estão em uma ofensiva contra a liberdade de expressão. Os ataques a exposições de arte realizados pelo Movimento Brasil Livre (MBL), organização financiada de dentro e fora do País por capitalistas, as ocupações das escolas pelos estudantes e alguns atos isolados contra professores e  movimentos.
Nas manifestações coxinhas financiadas pela FIESP e demais golpistas o ataque à educação era um dos alvos.
O atual projeto intitulado “escola sem partido”, é a concretização dessa política de calar qualquer opinião que não seja favorável ao golpe.
O “escola sem partido”, que na verdade é o “escola com fascismo” não é uma questão menor e não tem nada a ver somente com a escola, apesar de ser uma perseguição voltada aos professores. Mas é uma política da direita de aniquilar qualquer pessoa de falar, de se expressar.
O “escola com fascismo’ é o ponto de partida para a direita proibir as pessoas de se expressarem em qualquer lugar, não somente nas escolas. É um ataque para acabar com a liberdade de expressão em todos os níveis.
Se os professores e estudantes forem impedidos de se expressar, seja pelas aulas ou pelo movimento estudantil, isso será o início de uma censura e ataque à liberdade de expressão para toda as áreas.
Não será com palestras, discursos, música e outras artimanhas que os golpistas e os fascistas serão derrotados. É necessário uma ação de força, mais efetiva.
Todas as forças de resistência tem que se agrupar para impedir o avanço da “escola com fascismo” em todos os níveis. A escola é apenas um primeiro terreno de combate”
É necessário opor uma enorme resistência, uma enorme oposição popular. É preciso partir para cima do governo e impedir que este governo extremamente ameaçador se consolide.