Imperialismo contra Belarus
Presidente foi reeleito mas imperialismo já estava decidido a convulsionar o país
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Foto: SERGEI GRITS
Presidente Alexander Lukashenko, reeleito com mais de 80% do apoio popular | Foto: SERGEI GRITS
Por Antonio Rondón García Minsk, 15 ago (Prensa Latina) O Ocidente parece tentar a moda do inverossímil quando desconhece a um presidente como o bielorrusso Alexander Lukashenko, reeleito com 80,1% de respaldo popular, e pede a novas eleições.

 

A cada vez fica mais claro que a preparação desde fora de uma mudança forçada de governo em Belarus se iniciou antes das eleições de 9 de agosto, pois a oposição nunca teve a intenção de reconhecer o resultado das presidenciais.Os especialistas consideram que era óbvio um palco de não reconhecimento a priori das eleições, pois, inclusive se o voto de castigo chegava ao máximo dificilmente passaria de um terço do total. Lukashenko ganhou com bem mais de dois terços. Mas a tecnologia das revoluções de cores estava preparada, com métodos que ainda que velhos, pois já se empregaram na Ucrânia, Hong Kong e Armênia, eram de absoluta estreia em Belarus, onde esse tipo de situações se daria pela primeira vez desde a década de 1990.

Segundo o diretor do holding de comunicação Minchenko Consolting, Evgueni Minchenko, aqui pôs-se em prática o emprego da tecnologia Psiphon, para evitar o bloqueio de internet e a comunicação por Bluetooth, na ausência de serviços de internet e de telefonia móvel.

Minchenko opina que na organização da tentativa de tirar do poder, Lukashenko, atuaram politecnólogos estadunidenses pela forma de escolher as personagens e por sua imagem individual, em alusão à candidata de 38 anos temporariamente sem trabalho Svetlana Tijanovskaya.

De seu lado, o diretor do Instituto de Filosofia de Belarus, Piotr Petrovsky, estima que agora os protestos estão divididos em mais de vinte cidades e não só na capital, com emprego de redes sociais com notícias falsas contra polícias e servidores públicos.

Ademais, passa de uma fase violenta, com ataques a agentes da ordem pública, a uma em aparência pacífica, com participação de mulheres, inclusive com crianças, como ocorreu nos distúrbios da Armênia em 2018.

Por verdadeiro, entre as coisas inconcebíveis que se põem na moda em Belarus é falar de uma vitória de Tijanovskaya, quando a contagem deu mais de 80% a Lukashenko, além da solicitação do Ocidente de que este último se subordine à vontade popular e saia do poder. De seu lado, a agência RIA Novosti comenta que a oposição carece de unidade em seus objetivos, enquanto existe a percepção de que o Ocidente ensaia em Belarus um ataque similar na Rússia, algo que deve pôr sobre alerta Moscou, no meio da histeria russofóbica nos Estados Unidos.

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