Caso Battisti
Cesare Battisti anunciou que está em greve de fome. O prisioneiro político denuncia a vingança do Estado e as duras condições que enfrenta na penitenciária na Sardenha.
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Italian former communist militant Cesare Battisti (L), wanted in Rome for four murders attributed to a far-left group in the 1970s, is escorted by Italian Police officers after stepping off a plane coming from Bolivia and chartered by Italian authorities, after landing at Ciampino airport in Rome on January 14, 2019. - Former communist militant Cesare Battisti landed in Rome on January 14 after an international police squad tracked the Italian down and arrested him in Bolivia, ending almost four decades on the run. (Photo by Alberto PIZZOLI / AFP)
14/01/2019 Alberto Pizzoli/AFP. | Reprodução.

Em uma carta enviada a seu advogado, Cesare Battisti disse que entrou em greve de fome e protesta contra o isolamento que está submetido em uma prisão localizada na ilha da Sardenha. A greve de fome já dura três dias.

O prisioneiro político acusou o Estado italiano de levar adiante uma “vingança” e de tê-lo “sequestrado”. Disse que “o Estado quer me sacrificar por uma justiça que não existe”. Em sua visão, a greve de fome se justifica pela falta de escolha dada pela Justiça italiana.

O regime de isolamento na penitenciária é total. Battisti só consegue conversar com os guardas e raramente recebe visita de familiares, uma vez que o local é de difícil acesso, só sendo possível chegar por avião.

Em 2019, Battisti confessou, sob tortura, a participação em dois homicídios e ter participado em outros dois. Os acontecimentos das quais Battisti é acusado se verificaram no contexto da luta armada contra a ditadura que existia na Itália.

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