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A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o rombo de mais de 7 bilhões de reais do Postalis (Fundo de Pensão complementar dos trabalhadores dos Correios) que concluiu seus trabalhos no ano de 2017, verificou um personagem oculto, até então, nessa história.

Trata-se do Banco BNY Mellon, com sede em Nova Iorque/EUA, que foi contratado pelo Postalis para administrar seus investimentos, dando orientação sobre como investir melhor seus ativos financeiros.

No entanto, os banqueiros americanos, além de não realizar o crescimento dos ativos, esperados pelo Fundo dos trabalhadores dos Correios, avalizou investimentos que levaram a praticamente a falência dessa previdência complementar de mais de 100 mil trabalhadores dos Correios.

Diante da descoberta da responsabilidade direta do Banco pelo rombo no Postalis, o Fundo foi obrigado a exigir na justiça o ressarcimento dos valores perdidos pelo Fundo na gestão financeira orientada pelos banqueiros.

Estima-se que o Banco deveria paga mais de 9 bilhões de reais em indenização, devido sua responsabilidade direta pelo rombo causado por investimentos de risco que causaram esse desfalque.

O processo continua parado na justiça, sem resolução, apesar de que a direção golpistas dos Correios continua cobrando dos trabalhadores participantes do fundo, um valor a mais em suas contribuições mensais, para sanear o rombo.

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