Demissão na categoria bancária
Os banqueiros estão aproveitando do momento da pandemia para colocar em prática uma serie de medidas que visa aumentar a superexploração aos trabalhadores
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Demissão no Santander | Foto Reprodução - Contraf/Cut

A ofensiva reacionária da direção golpista do Banco Imperialista, Santander, está a todo vapor.

Numa demonstração de que os banqueiros não levam nem um pouco a sério acordos com os trabalhadores, o Santander, mesmo tendo firmado um em não demitir funcionários durante a pandemia do coronavírus,  já jogou no olho da rua, no prazo de um mês, do dia 6 de junho à 6 julho, mais de 400 trabalhadores. E para desdenhar ainda mais, a direção do banco cancelou uma reunião que havia sido agendada para a última sexta-feira (3) com os representantes dos trabalhadores, para tratar sobre as demissões, sendo que na quarta-feira (1) da mesma semana, em reunião com o mesmos representantes afirmou que não aceita qualquer tipo de negociação para cessar as demissões.

A atitude da direção da empresa, em não querer sentar para discutir as demissões, é parte da estratégia dos banqueiros em demitir em massa, conforme declaração do próprio presidente do Santander, Sérgio Rial, para a imprensa capitalista ao afirmar que pretende mandar para a rua cerca de 20% do seu quadro funcional, que hoje, tal medida, pode acarretar cerca de 9.500 demissões.

Estão aproveitando do momento da pandemia para colocar em prática uma serie de medidas que visa aumentar a superexploração aos trabalhadores.

Além de demissão em massa a direção do banco pretende realizar uma série de medidas que visa reduzir o salários dos seus funcionários que se encontram em home office, onde não passariam a receber parte dos seus vencimentos já que, segundo Rial, esses funcionários deixariam de gastar com combustível, pois deixariam de ter deslocar para os seus locais de trabalho. É claro que o banqueiro omite que esses mesmo trabalhadores passam a utilizar dos seus próprios recursos para exercer as suas funções, tais como água, luz, telefone, até mesmo o cafezinho, etc. e, o banco, além de reduzir os seus gasto em relação a esses ítens economizaria com aluguel. Um verdadeiro negócio da China em que o trabalhador passaria a financiar a atividade laboral, só falta agora os funcionários pagarem para trabalhar.

Os banqueiros declararam guerra aos trabalhadores, estão se aproveitando da pandemia para aumentar os ataques aos direitos e aos empregos dos bancários. É necessário organizar uma gigantesca mobilização da categoria contra a política de miséria decreta pelos banqueiros e seus governos. Não aceitar nenhuma demissão, principalmente no atual momento da crise da pandemia e a readmissão de todos os bancários demitidos. Para isso, a única forma eficaz de luta neste momento para impedir os ataques é a intensificação das mobilizações e organizar uma greve geral de toda a categoria bancária.

A vitória dos trabalhadores somente poderá estar assegurada se houver uma radicalização da luta através de greves vigorosas e das ocupações das empresas, como medida de força para impedir as demissões, rebaixamento salarial, terceirizações, assédio moral etc.

É preciso juntar-se ao clamor popular que exige nas ruas o fim do governo, capacho dos banqueiros nacionais e internacionais. As organizações dos trabalhadores e suas lideranças devem levantar a palavra de ordem que vem tomando conta das ruas pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas. Eleições Gerais já!

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