Impedir as demissões
A atitude do Itaú em demitir os trabalhadores não difere do que vem acontece nos demais bancos
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Banco Itaú | Foto: Reprodução

Um trabalhador do Banco Itaú de Nova Friburgo (RJ), depois da decisão da 2ª Vara do Trabalho daquela cidade proferir sentença, será reintegrado ao quadro da empresa, depois de ter sido demitido enquanto estava de licença saúde por motivo laboral e, inclusive, com cirurgia marcada. Os banqueiros golpista do Itaú haviam demitido o trabalhador mesmo com a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) emitida pelo o sindicato da categoria, conforme comprovado nos autos do processo.

A atitude do Itaú em demitir os trabalhadores não difere do que vem acontece nos demais bancos. Na semana passada este mesmo Diário noticiou que a justiça do trabalho de Porto Alegre (RS) acatou liminar do Sindicatos dos Bancários daquela região para a readmissão de uma funcionária do Banco Bradesco que havia sido demitida, mesmo estando em tratamento médico e, esse tipo de atitude vem se repetindo cotidianamente, mesmo os banqueiros tendo assinado acordo com os sindicatos da categoria em não demitir enquanto durar a pandemia do covid-19 e, mesmo assim já jogaram no olho da rua, somente neste ano, mais de 15 mil bancários.

Um dos principais efeitos da crise econômica mundial são as demissões. O Brasil assiste um processo de demissão em massa em diversas categorias e, a dos bancários é uma das mais atingidas. Este processo é sempre acompanhado de uma manobra patronal que permite que os banqueiros empurrem goela abaixo as demissões e a prova disse é que da dezena de milhares de demissões ocorridas neste ano, apenas um ou outro caso é revertido pela justiça.

No começo de outubro, logo após o fim da campanha salarial dos bancários, depois de assinar acordo em não demitir enquanto durasse a pandemia, os banqueiros começão a dispensar o pessoal e colocam em curso uma ofensiva reacionária, que tem nas demissões de milhares de pais de famílias, um dos pontos fundamentais para sustentar o parasitismo de meia dúzia de banqueiros, que se enriquecem a cada dia às custas da miséria dos bancários e da população em geral.

Contra o ataque feroz dos banqueiros, os trabalhadores bancários devem levantar a voz e dizer um retumbante e unitário NÃO às demissões. Os trabalhadores bancários não deve aceitar as demissões e refutar qualquer pressão e qualquer “tentativa de negociação” que vise os bancários engolir as demissões. O emprego dos trabalhadores é inegociável. As organizações de luta da categoria bancária deve, imediatamente, organizar uma gigantesca mobilização, convocando uma plenária nacional da categoria para debater e organizar a contra ofensiva com o objetivo de barrar os ataques dos banqueiros e de seus governos reacionários.

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