Pirataria internacional
Numa flagrante ilegalidade, imperialismo inglês age para impedir que uma nação soberana tenha acesso aos recursos que lhe pertencem para combater a crise epidêmica no país
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Calixto Ortega, do Banco Central da Venezuela, reivindica os recursos para o povo bolivariano | Foto - Reprodução: Lo ultimo 365

O imperialismo inglês, através da sua instituição financeira oficial, o Banco da Inglaterra, está realizando, em pleno século XXI, uma operação de pirataria internacional. No passado, os colonizadores ingleses utilizavam navios piratas para realizar este trabalho de rapinagem. Hoje, os mesmos exploradores se valem de outros métodos, mas com o mesmo objetivo, saquear e sufocar a economia dos países oprimidos.

O banco inglês se recusa a liberar os valores que a Venezuela, uma nação soberana, detém legalmente e que estão sob a guarda da instituição inglesa. Pela convenção e tratados internacionais, o banco é tão somente o guardião dos valores, não cabendo nenhuma outra ingerência ou decisão sobre como e o que fazer com o dinheiro. Esta sendo necessária a intervenção de um organismo internacional, a ONU, através do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), para que a Venezuela tenha acesso aos recursos que são seus, do seu povo, pertencem à nação bolivariana.

Parece meio absurdo, mas foi necessário que o Banco Central da Venezuela (BCV) aceitasse a mediação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para que parte dos recursos depositado no banco dos piratas ingleses fosse liberado para a compra de medicamentos, equipamentos médicos e alimentos para o país bolivariano enfrentar a pandemia da Covid-19 . Os saqueadores ingleses agem em aberto conluio com o fantoche do imperialismo, Juan Guaidó, impostor direitista que foi reconhecido pelas potências imperialistas como presidente da Venezuela (!!!), sem ter sido eleito, sem voto, sem apoio, sem legitimidade, sem nada.

O imperialismo internacional, liderado pelos norte-americanos, age ilegalmente realizando sabotagens, impondo sanções e bloqueios econômicos à Venezuela, apoiando também grupos paramilitares de direita para operações de invasão ao território bolivariano, além das ameaças militares diretas da Casa Branca com o intuito de pressionar o presidente legítimo, Nicolás Maduro, a abandonar a presidência.

Vale registrar que o acordo do Banco Central Venezuelano com o organismo da ONU não prevê a liberação de todo o valor sob a guarda dos ingleses, mas tão somente uma parte dos recursos, no valor de US$ 1 bilhão. O montante pertencente à Venezuela é o equivalente a 31 toneladas de ouro, de acordo com o que foi denunciado pelo vice-presidente executivo da República Bolivariana da Venezuela, Delcy Rodríguez. Ele ainda declarou que “Guaidó e seu grupo têm sido encarregados de promover ações de saque de ativos venezuelanos no exterior que comprometem a subsidiária de petróleo Citgo nos Estados Unidos e Monómeros na Colômbia” (O Cafezinho, 28/05).

É necessário intensificar, internacionalmente, a campanha de solidariedade à Venezuela, denunciando ao mesmo tempo as ações ilegais e criminosas do imperialismo mundial contra a República Bolivariana e seu povo, defendendo a legitimidade do governo eleito pelo voto popular nas eleições de 2018.

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