Volta ao trabalho!?
A direção golpista do Banco do Nordeste na Bahia determina a volta ao trabalho para os funcionários que se encontram em home office
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BNB | Foto Reprodução

Dados oficias sobre a contaminação e mortes pelo covil-19 no país é de deixar qualquer ser humano de cabelo em pé. São 1,5 milhão de casos confirmados com 61 mil mortes. No estado da Bahia, segundo os dados oficiais, já são 76,5 mil infectados com quase 2 mil mortes.

Como falamos no início da matéria: esses dados deixariam qualquer ser humano de cabelo em pé, mas tais dados compravam que o governo golpista e ilegítimo Bolsonora e a burguesia, da qual ele é um serviçal, não deixa dúvida que são uma máquina de extermínio da população, com o objetivo de satisfazer os interesses de uma parcela ínfima da sociedade (capitalistas e banqueiros nacionais e internacionais).

Não podemos esquecer que logo no começo da pandemia o idiota Bolsonaro se manifestou ao caracterizar a pandemia como uma “gripezinha”; que a morte de 35 mil pessoas (já passam de 60 mil) seria uma decorrência normal da infecção, etc., declarações essas que são a expressão de preservar os interesses desses mesmos capitalistas.

Dentre esses absurdos, que não são poucos, tanto do governo federal quanto dos governos estaduais, a direção golpista do Banco do Nordeste (BNB), que tem 90% do seu capital sob o controle do governo federal, anunciou, logo no começo do mês de julho, o retorno dos seus trabalhadores às atividades presenciais no estado da Bahia. A justificativa da empresa na Bahia revela o total descaso com a vida dos trabalhadores: afirmam que, de acordo com a análise de produtividade do banco, em razão de peculiaridades, algumas áreas não estão produzindo adequadamente com a mesma performance do trabalho presencial. OU seja, que se lasque se os funcionários se contaminem ou morram, o que interessa a performance de produzir lucro.

Para qualquer pessoa, que nesse período de pandemia, tenha se dirigido à uma agência bancária já pôde constatar que aqueles locais são ambientes propícios para a contaminação, os clientes se aglomeram, tanto fora quanto dentro das agências bancárias e, não há por parte dos banqueiros qualquer preocupação em fornecer os equipamentos de proteção sanitária, com o distanciamento etc. Não é por um acaso que a categoria bancária apresenta uma grande quantidade de bancários contaminados, com dezenas de óbitos. Todos os dias são noticiados diversas agências que foram fechadas por denúncia de contaminação.

As organizações dos trabalhadores bancários não devem aceitar, de forma nenhuma, a volta ao trabalho daqueles que hoje se encontram em home office, além disso organizar uma greve de toda a categoria para que as medidas sanitárias, exigidas pelos trabalhadores, sejam todas atendidas.

Para enfrentar a epidemia e a crise capitalistas, não confiar nos banqueiros, seu governos e suas instituições, que não tem condições de dar uma saída positiva do ponto de vista dos trabalhadores.

Lutar pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial, não ao banco de horas, nenhuma demissão, escala móvel de horas de trabalho, redução da semana de trabalho para 35 horas, fazer todos os estabelecimentos funcionar em turnos, são algumas reivindicações que devem ser atendidas imediatamente.

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