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Com mais de cinquenta acidentes de trabalho com mutilações e duas vitimas fatais, o frigorifico Seara de São Gonçalo dos Campos, cidade do interior da Bahia, empresa do grupo JBS/Friboi ignora todos esses fatos e não toma nenhuma medida sequer para resolver o problema das péssimas condições de trabalho.
Diante da total falta de interesse por manter os trabalhadores nas mínimas condições de vida e trabalho, o Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) teve que entrar com uma ação civil pública contra a Seara, por desrespeito às normas de saúde e segurança do trabalho. O MPT pede que a Justiça do Trabalho condene a empresa a pagar indenização de R$ 29 milhões por danos morais coletivos.
Segundo o próprio MPT, foram varias tentativas de acordo de Ajustamento de condutas (TAC) e cada vez mais que se investigava mais irregularidades ia sendo desvendadas, como: horário de trabalho acima do permitido por lei, falta de descanso térmico, de vinte minutos a cada uma hora e quarenta minutos de trabalho etc. Mesmo com tais irregularidades apuradas, nenhuma medida para atenuar a situação era tomada pela empresa.
Foi necessário a morte de dois trabalhadores para que o próprio Ministério tomasse a decisão de processar o grupo JBS/Friboi.
Não é a toa que os frigoríficos do JBS/Friboi têm como título de campeões em acidentes e doenças ocupacionais.
Os donos desse grupo tratam os seus milhares de funcionários como escravos

Para os patrões, os 50 trabalhadores acidentados, mutilados e os dois mortos na cidade de São Gonçalo dos Campos são como peças descartáveis que podem ser desprezadas assim que não servem mais e, pior ainda, com “uma mão na frente e outra atrás”, ou seja, sem receber qualquer indenização.
O MTE estipulou uma indenização de 29 milhões. Porém, caso seja ganho a causa para os trabalhadores, os patrões podem prorrogar o sofrimento desses trabalhadores por anos a fio e,  por meio de golpes e manobras, após o encerramento do processo, fazer com que esses operários recebam uma quantia ínfima de indenização.

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