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fogo monte pascoal
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O Parque Nacional do Monte Pascoal, no município de Porto Seguro (BA), está sendo consumido pelo fogo novamente. As informações fornecidas pelos povos indígenas que habitam a região, o incêndio voltou com proporções ainda maiores e está destruindo outra parte do Parque Nacional que ainda não tinha sido atingido pelo fogo.

Há aproximadamente dez dias, um incêndio destruiu quase metade da área da unidade de conservação e todos os plantios comerciais e de subsistência da Aldeia Pataxó Boca da Mata, localizada nos limites do Parque.

Há suspeitas que quem está colocando fogo de maneira criminosa na vegetação são os latifundiários da região do entorno da unidade de conservação. E ao que tudo indica é para destruir o Parque e atingir as comunidades indígenas e deixa-las sem nenhuma condição de sobrevivência, pois suas roças também são destruídas pelo fogo.

No local combatendo o incêndio há a brigada do ICMBio e centenas de indígenas que não recebem nenhum apoio dos órgãos governamentais. Os indígenas que combatem o fogo estão recebendo doação da população da região para se manterem no local e tentar apagar o incêndio.

Enquanto isso, a direção bolsonarista do ICMBio se preocupa em perseguir quem luta para mudar essa situação de desmonte das políticas públicas, destruição do IBAMA e ICMBio e a entrega do patrimônio ambiental para a iniciativa privada.

Enquanto a direção bolsonarista do ICMBio, Adalberto Eberhard e Fábio Faraco, realizam acusações falsas e perseguem movimentos sociais e partidos de esquerda na região, como o MST e o PCO, fecha os olhos para os crimes cometidos por latifundiários da região e até dá prêmios para empresas florestais conhecidas justamente por destruir os recursos naturais.

É preciso repudiar a direção bolsonarista do ICMBio de perseguição a população e que dá sustentação a política de terra arrasada colocada em prática por Bolsonaro e Ricardo Salles. A população, como as comunidades que vivem no entorno desses parques nacionais, tem que tomar os espações destes órgãos ambientais e exigir o fim do desmonte e privatização deste rico patrimônio.

O papel do ICMBio não é de perseguir a população e de apoiar o governo Bolsonaro e sua política de destruição ambiental. É preciso exigir que fornece equipamento e recursos para que a comunidade e a brigada de incêndio acabem com o fogo e a destruição do Monte Pascoal.

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