A culpa não é do povo
De novo, o governo quer colocar nas costas do povo a culpa pelo rombo no orçamento
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
paulo-guedes-e-bolsonaro
Thuthuca dos banqueiros | Foto: Reproduçã

Mais uma vez, o governo “thuthuca” de banqueiros quer imputar ao povo uma culpa que não lhe pertence.
O Ministério da Economia prevê um rombo de R$ 866 bilhões nas contas do governo em 2020. A última projeção foi mais pessimista, pois o rombo é equivalente a 12,4% do PIB.
O valor supera a estimativa anterior, divulgada em julho, de que o rombo nas contas do governo somaria R$ 787,449 bilhões neste ano, o equivalente a 11,3% de todas as riquezas produzidas no País.
Segundo o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, o aumento está relacionado, principalmente, com o pagamento de mais quatro parcelas de R$ 300 do auxílio emergencial – com impacto de R$ 67 bilhões nos gastos públicos. Ao todo, o pagamento de todas as parcelas do auxílio emergencial está estimado em R$ 321,8 bilhões neste ano.
Para este ano, o governo tinha autorização para registrar em suas contas um déficit primário de até R$ 124,1 bilhões.
Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional devido à pandemia do novo coronavírus, o governo não está mais obrigado a cumprir a meta, ou seja, está autorizado a gastar mais.
Também, a arrecadação de tributos será menor em 2020, por conta da atual crise – o que também contribui para o aumento do déficit nas contas públicas.
Na verdade, o que vemos na notícia são as consequências de um governo capacho dos banqueiros e megaempresários, governo cuja política deságua em enormes somas de dinheiro público nas contas dessas parasitas, soma de dinheiro que faz o valor R$ 866 bilhões ser troco de padaria. Sem mencionar as reduções de alíquotas em determinados impostos, como por exemplo o CSLL – em plena pandemia.
Temos um governo absolutamente subserviente aos grandes capitalistas, representado pela nefasta figura de Paulo Guedes, um estelionatário, vendedor de pirâmides, especialista na arte da especulação financeira, que administra o dinheiro público como se fosse o caixa de uma startup e está apavorado com o fato de não ser possível cumprir com o famigerado teto de gastos – Emenda 95.
Esse auxílio emergencial é uma miséria, uma verdadeira esmola que só foi dada para o povo para evitar uma grande convulsão social.
É mais do que sabido que nenhum representante da espécie humana consegue viver de forma digna com R$ 600,00, isso para não falar das parcelas de R$ 300,00 do mencionado auxílio. O governo do Sr. Jair Messias Bolsonaro, no entanto, considera que o grande ofensor do rombo no orçamento é o auxílio emergencial, mesmo que os bancos e megaempresários tenham sido contemplados com somas muito mais significativa. E, para concluir essa verdadeira tragédia, temos uma imprensa golpista, que insiste em brindar à sua audiência com esses números e esse tipo de manchete, sem denunciar a farra dos grandes capitalistas com os cofres públicos.
Não existe outra alternativa que não a derrubada desse desgoverno assassino, fascista e empregado dessa burguesia sanguessuga, que vive de tripudiar sobre a classe trabalhadora.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas