Opressão racial
Desemprego cresce entre pretos e pardos durante a pandemia e revela um dos fundamentos da opressão racial
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Pretos e pardos são as principais vitimas do desemprego | Foto: Agencia Brasil

Um dos fundamentos da opressão racial contra o negro é permitir que o Estado e o regime capitalista transfira para os ombros de uma parcela determinada da população (os negros) todo o peso do atraso e das crises econômicas, bem como da ganância capitalista. A pandemia do Covid-19 revela bem esse fato. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc), que analisa o segundo trimestre deste ano, revelou que o desemprego atingiu predominantemente a população preta e parda (negro), atingindo a maior taxa de desocupação entre pretos da série histórica.

Divulgada na última sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a pesquisa aponta que a taxa de desocupação foi 71,2% maior entre os pretos em relação aos brancos, a maior diferença desde o estabelecimento da pesquisa em 2012. 

Em relação ao primeiro trimestre deste ano a taxa de desemprego entre brancos subiu de 9,8% para 10,4%, em relação ao pretos o aumento da taxa foi maior, de 15,2% para 17,8% no segundo trimestre. Entre os que se declaram pardos a taxa de desemprego foi de 15,4%. A pesquisa aponta também que a taxa de desemprego é maior entre os jovens, de 18 a 24 anos, chegando no a 27,9%.  Outro grupo mais afetado são aqueles com menos escolarização.

A crise põe a nu a funcionalidade da opressão racial, bem como o racismo como arma de dominação, ou seja, a marginalização política, social e econômica de uma grande parcela da população, sua superexploração, e sua opressão política como meio de a burguesia promover também um distensionamento social na pequena-burguesia branca. 

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