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Auditores denunciam que reforma tributária é assalto contra os pobres
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Auditores denunciam que reforma tributária é assalto contra os pobres
Auditores em manifestação em Brasília
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Auditores em manifestação em Brasília

Ricos mais ricos vão ficar. Eis a reforma tributária de Bolsonaro, se concretizada intenção de Guedes, o ministro da fazenda, é o alerta que Auditores Fiscais pela Democracia faz, no relato de Wilson Luiz Muller, em

A carga tributária ideal para o Brasil seria de 20%, reiteradamente Paulo Guedes não se cansa de repetir. “Acima disso, é o quinto dos infernos”, nos aterroriza a todos.

Para introduzir no Brasil, algo próximo daquilo que se costuma designar como um Estado de Bem Estar Social, carga tributária do Brasil situa-se em torno de 36% do PIB.

Estado brasileiro passou a criar política social aos trabalhadores, traduzidos em políticas sociais, tais como, seguro desemprego, SUS, serviços gratuitos e universais de saúde, educação pública gratuita, moradias subsidiadas, etc.

Acabar com socialismo no Brasil, o que Bolsonaro não se cansa de apregoar.

Entenda-se por socialismo, todos os gastos sociais, sejam eles, saúde e educação gratuitas, sejam as bolsas famílias, o pró-uni, o FIES, o seguro desemprego, ou as aposentadorias dos velhinhos.

Redução de R$ 1,03 trilhões de reais a arrecadação de tributos, tendo por base o arrecadado em 2018, se atendida a brutal redução pretendida por Guedes, de um patamar próximo de 35% do PIB para 20%.

Com o roubo da previdência, a transferência de quase R$ 1,0 trilhão será ao longo do transcurso de dez anos.

Pela proposta do ministro banqueiro, a transferência será de R$ 1 trilhão, mas não será em dez anos, mas em todos os anos, após a implantação da reforma tributária, pra mais ainda abarrotar de recursos, quem quase todos os recursos tem.

Conforme o Relatório da  Febraban, os maiores lucros em todos os tempos dos bancos foi de 93,3 bilhões. R$ 111,0 bilhões. 19% a mais seriam somados aos rechonchudos ganhos dos colegas banqueiros do banqueiro Guedes, hoje escalado no governo para mais dinheiro aos bancos carrear.

Ao invés 31,7 bilhões hoje de impostos,apenas 15 bilhões bancos passariam a pagar. Ao invés de alíquota de 34%, 15% apenas bancos de impostos pagariam.
Para não parecer que o assalto seja por demais escorchante, Gudes acena que agora acionistas pagariam 20%, e não mais isentos como hoje são.
De qualquer forma, dos 17,7 bilhões de impostos não pagos (reduzidos pela proposta de Guedes), não os bancos, mas seus acionistas devolveriam pouca mais de 3 bilhões,
De qualquer forma, capitalistas embolsariam 14 bilhões, arrancados da classe trabalhadora. Êsses 14 bilhões naturalmente , o governo do golpe, teria que retirar das aposentadorias, do SUS, da educação, que como se sabe, não existe almoço de graça.
Já dizia Friedman, da escola dos Chicago`s boys, a escola de Guedes, não existe almoço de graça, alguém vai ter que êsse almoço pagar. Como tudo no governo Bolsonaro, quem sempre paga o pato, digo, quem sempre a conta paga, é o povo trabalhador.
Desnecessário dizer que a proposta do ministro do governo Bolsonaro vai na contramão do que a constituição cidadã do brasil diz: “a tributação deve ser progressiva”. As favas o que diz a constituição de que, “quem mais tem, mais impostos deve pagar”. No governo dos banqueiros, quem já muito ganha, muito mais vai ganhar pelo não pagamento de impostos. Em contrapartida o trabalhador que pouco tinha, terá que sobreviver, sem aposentadoria, sem educação, sem saúde.
Foi pra isso que deram o golpe. Golpe é esse, no lombo do trabalhador.

Como em todas as ações do governo Bolsonaro, sinais fortes, Guedes dá de que mais ataques aos direitos dos trabalhadores por aí vem. Necessária a mobilização dos trabalhadores para denunciar, enfrentar, derrotar não só mais esse ataque, mas colocar abaixo esse governo do golpe. Mais do que nunca, Fora Bolsonaro, será por aí a vitória dos trabalhadores.