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Entre os dia 28 de agosto e 8 de setembro, o Partido da Causa Operária organizará atos em 30 cidades pelo país com o intuito de mobilizar os militantes, outros partidos e os comitês no sentido de ir para Curitiba no dia 14 de setembro, quando um grande ato nacional será realizado em frente à Superintendência Regional da Polícia Federal, onde Lula está preso há mais de 500 dias. Os atos serão um importante instrumento de mobilização e luta pela liberdade de Lula.

Lula está preso há cerca de 500 dias por conta de um processo fraudulento da Operação Lava Jato e do atual ministro da justiça, o juiz Sérgio Moro. Sem provas, apenas com “convicções”, Lula foi preso para viabilizar a vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018 e os ataques contra as organizações de luta dos trabalhadores. A prisão de Lula, em si, sendo ele a principal liderança da esquerda brasileira, é um profundo ataque contra todo movimento popular, operário e de luta contra a direita.

Além do mais, é um profundo ataque aos direitos democráticos, pelo fato de que um ex-presidente foi preso sem um julgamento justo e em segunda instância, antes do fim do julgamento. Com isso, abre-se a brecha para a instauração generalizada de uma ditadura no país; se fazem isso com um ex-presidente e o político mais popular do país, qualquer um poderá ser perseguido pelas arbitrariedades do judiciário. Estas ações já ocorriam de maneira corriqueira com a população pobre e negra, esmagada pelo Estado brasileiro, mas agora, atingiu um alcance superior.
A evidência de que Lula e o PT foram vítimas de perseguição política por parte da Operação Lava Jato e da direita foram as conversas divulgadas pelo sítio The Intercept entre os procuradores da operação golpista e o ex-juiz e atual Ministro da Justiça Sérgio Moro.

Por isso, a luta pela liberdade de Lula é uma luta democrática. Mas além disso, é uma luta central do movimento contra o golpe, uma vez que, como já ficou claro, foi um ponto-chave do aprofundamento da política reacionária dos golpistas no Brasil.

Neste sentido, é fundamental ir às ruas pela liberdade de Lula. Saiba onde ocorrerão os atos e prepara-se para Curitiba, no dia 14 de setembro.

+Leia mais: Participe dos atos regionais pela liberdade de Lula!

Nordeste 

No Nordeste serão realizados atos em nove cidades, com o objetivo de reunir quase mil pessoas nas cidades de Maceió, capital de Alagoas, Porto Seguro e Salvador, na Bahia, Fortaleza e Juazeiro do Norte, no Ceará, na capital maranhense, São Luiz, em Natal, no Rio Grande do Norte, e em Teresina, no Piauí. Além disso, terá um ato em Recife, na capital de Pernambuco.

Norte

No Norte, a mobilização será menos intensa mas também importante. Os atos serão realizados nas capitais do Tocantins e do Pará, respectivamente, Palmas e Belém, com objetivo de reunir uma centena de pessoas.

Centro-Oeste

Já no Centro-Oeste serão realizados cinco atos, com o objetivo de reunir mais ou menos 500 pessoas, em Brasília, em um acampamento da Frente Nacional de Libertação (FNL) no DF, na capital do Goiás – Goiânia -, e nas capitais Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT).

Sul

No sul também serão realizados cinco atos para reunir 500 pessoas. Obviamente, será realizado um ato na principal cidade, para onde estarão indo as Caravanas, Curitiba, capital do Paraná. Mas também atos em Londrina (PR), Porto Alegre (RS), Blumenau (SC) e Florianópolis (SC).

Sudeste

O Sudeste dividirá com o Nordeste a maior parte das manifestações, totalizando nove atos. Porém, com um maior número de pessoas. A meta é mobilizar mais de mil pessoas no sudeste para a Caravana para o ato em Curitiba no dia 14 de setembro. As cidades serão: Belo Horizonte (MG), Volta Redonda (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Embú das Artes (SP), Campinas (SP), Assis (SP), Araraquara (SP) e São José do Rio Preto (SP).

Não fique de fora!

Por isso, não fique de fora. Se sua cidade foi listada ou é próxima de alguma das que foram, participe você também e vá para Curitiba pela liberdade do ex-presidente Lula, preso político dos golpistas.

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