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São Paulo: vermelho marcou presença em ato por “Fora Bolsonaro”

Mobilização continua

Nordeste contou com mais de 50 atos neste sábado

Atos aconteceram em dezenas de cidades e reuniram milhares de pessoas

Ato em Recife – Foto: Reprodução

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No dia 19 de junho, a esquerda nacional realizou, pela segunda vez desde o início da pandemia, um ato unificado por vacina, auxílio, emprego e Fora Bolsonaro. No Nordeste, assim como em todo o País, o número de cidades aumentou de maneira bastante expressiva, indicando uma tendência cada vez maior à mobilização contra o regime golpista.

Bahia

A Bahia contou com atos em várias cidades, sendo que, em quatro delas, houve a participação dos militantes do PCO: Feira de Santana, Itabuna, Porto Seguro e Salvador.

O ato na capital baiana começou por volta das 13h, na Praça do Campo Grande. Desde cedo, os companheiros do PCO e dos comitês de luta estavam presentes, pintando a mais nova faixa do Coletivo de Negros João Cândido, pedindo o fim da polícia, e montando a banca de materiais do Partido, que inclui desde materiais das campanhas por Fora Bolsonaro e Lula presidente a materiais que fazem alusão aos revolucionários Karl Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lênin, Leon Trótski e Rosa Luxemburgo.

Às 14h30, começou a passeata rumo ao Farol da Barra, que durou cerca de 2 horas. Os manifestantes percorreram cerca de três quilômetros de trajeto. Todo o ato foi transmitido em tempo real pela página Amigos do PCO.

Sergipe

Por volta das 8h, os manifestantes sergipanos começaram a se concentrar na Praça da Bandeira, no Bairro São José, em Aracaju. Pouco depois, teve início a passeata rumo à Praça dos Mercados Centrais de Aracaju, onde o ato foi encerrado por volta das 12h.

Alagoas

Às 9h da manhã, centenas de pessoas já se encontravam reunidas no Centro de Maceió para protestar por vacina, auxílio, emprego e Fora Bolsonaro. Após a concentração na Praça Centenário, os manifestantes seguiram em caminhada pela Avenida Fernandes Lima. A manifestação encerrou pouco depois das 13h.

Pernambuco

No Recife, milhares de companheiros compareceram à Praça do Derby desde as 9h para pedir a derrubada do governo Bolsonaro. Um dos destaques da concentração foi a banca organizada pelo PCO, montada sob um toldo. Às 10h, os manifestantes saíram em passeata pela Avenida Conde da Boa Vista, como tem sido tradicional durante toda a luta contra o golpe. Por volta das 12h, o ato chegou ao fim nas imediações da Rua da Aurora.

Diferentemente do ato do dia 29 de maio, quando a repressão policial chamou a atenção de todo o País, a polícia esteve presente de maneira muito disfarçada no ato, que não teve maiores ocorrências. No ato, por várias vezes, os manifestaram pediram o fim da Polícia Militar.

Em sua fala durante o ato, o companheiro Victor Assis, representando o PCO, destacou: “nossa política não é convidar esses fascistas para o ato, dizendo que são ‘cidadãos’, que são ‘antifascistas’, é o cacete! A polícia tem que acabar. A polícia militar, a polícia civil, que fez o massacre do Jacarezinho, também”.

Paraíba

Em João Pessoa, o Centro da cidade serviu como palco para a concentração dos manifestantes desde as 9h da manhã. Presentes em frente ao Liceu Paraibano, os companheiros de diversas organizações saíram em marcha às 10h30 rumo à Lagoa Sólon de Lucena.

Em sua fala durante o ato, o companheiro Camilo Duarte destacou: “Toda a classe trabalhadora está nas ruas. Toda a classe trabalhadora, para sobreviver, tem que arriscar a vida nos ônibus lotados. É por isso esse genocídio”.

Em Campina Grande, no Agreste do estado, os manifestantes se concentraram na Praça da Bandeira, por volta das 9h, e seguiram em direção ao entorno do Açude Velho, às 10h.

Rio Grande do Norte

Em Natal, os manifestantes começaram a se concentrar por volta das 15h em frente ao Shopping Midway Mall. No fim da tarde, partiram em caminhada pela BR-101, em direção à Zona Sul da capital. O ato terminou por volta das 18h, nas proximidades da praça de Mirassol.

Ceará

No bairro universitário do Benfica, em Fortaleza, os manifestantes começaram a chegar por volta das 15h. Em pouco tempo, a Praça da Gentilândia foi ficando cheia de representantes das mais diversas organizações. Por volta das 16h30, os manifestantes saíram em passeata pela Avenida da Universidade e entraram na av. Domingos Olímpio.

Piauí

Desde as 8h da manhã, a Praça Rio Branco, no Centro de Teresina, já estava recebendo os seus primeiros manifestantes. Às 10h, começou a passeata, que percorreu as principais ruas da região, passando pelo Palácio da cidade, sede da Prefeitura de Teresina, e pelo Palácio de Karnak, sede do Governo do Estado.

Maranhão

Às 8h, no mesmo horário em que chegavam os manifestantes em Teresina, chegavam também os primeiros companheiros à Praça Deodoro, no Centro Histórico de São Luís. Da Praça Deodoro, a passeata saiu pela Avenida Rio Branco, chegando ao fim por volta do meio dia. O trajeto contou com o batuque dos companheiros do PCO e dos comitês de luta.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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