Atos nas universidades foram só o começo, é preciso formar comitês para combater a extrema-direita

usp unb

Os bolsonaristas e figuras rastejantes do MBL estão festejando a vitória espúria do capitão. Convocaram atos para provocar os estudantes nas universidade que acabaram se revelando um tremendo fiasco. Além do número ínfimo de estudantes que compareceram para apoiar Bolsonaro, as respostas do outro lado foram infinitamente mais numerosas. Assim aconteceu na USP (Universidade de São Paulo) e na Universidade de Brasília (UnB).

Os movimentos de estudantes antifascistas estão crescendo e mostrando-se cada vez mais ativos e contestadores. O modus operandi é o correto: responder a direita em alto em bom som, quando esta convocar atos, convocar atos maiores em resposta; quando atacar um grupo de pessoas responder a altura; criar comitês de autodefesa e de luta contra o golpe e o fascismo; fazer bandeiras e cartazes para mostrar presença, é assim que se derrota os fascistas, mostrando que a esquerda é mais numerosa e mais organizada.

Essas atitudes deve se espalhar em todas as universidades sobre tudo após a ameaça dos golpistas de por fim na gratuidade do ensino superior. Os estudantes devem mobilizar um amplo movimento contra Bolsonaro contestar as eleições. Não podemos deixá-lo sequer assumir o governo. Nada de frente única com a direita, já somos a maioria e somos os únicos com autoridade para apresentar uma alternativa.