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Vários atos foram realizados no último domingo, dia 31 de março, contra a celebração do golpe de 1964 comemorada pelo governo Bolsonaro e pelo militares.

Os atos aconteceram em praticamente todas as capitais brasileiras e em algumas cidades. Capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Ceará entre outras realizaram importantes manifestações para demonstrar oposição à política fascista do governo Bolsonaro que comemorou a ditadura, a tortura, a perseguição política que representou o regime militar brasileiro de 21 anos.

No Rio de Janeiro, os protestos contra a Ditadura Militar aconteram na Cinelândia, centro da capital, mais de 2 mil pessoas. No estado de Minas Gerais, houve manifestações em Belo Horizonte e Uberlândia. Na capital a manifestação reuniu três mil pessoas na Praça da Liberdade, centro de Belo Horizonte.

Já em Porto Alegre (RS) o ato foi no Parque da Redenção onde foi inaugurada uma escultura em memória aos mortos e desaparecido, vítimas da ditadura. Em Brasília, houve protesto na parte da manhã e reuniu pouco mais de 600 pessoas.
Em Fortaleza o ato foi na praia de Iracema e em Recife foi na Rua da Aurora, no centro da cidade.

Na cidade de São Paulo a tendência de luta contra Bolsonaro foi bem significativa. Os protestos contra a Ditadura Militar iniciaram no sábado, dia 30, quando manifestantes fizeram o 6º Ato Unificado Ditadura Nunca Mais. O ato ocorreu na Rua Tutóia, 921. Antigo prédio do DOPS.

Já no dia 31 foram outros três atos. Entre eles uma manifestação na Praça da Paz, no Parque do Ibirapuera, a “Caminhada Silenciosa”. Os manifestantes fizeram uma caminhada em silêncio portando velas, flores e fotos das vítimas da ditadura. O ato se encerrou no Monumento pelos Mortos e Desaparecidos Políticos.

E o principal ato foi na Avenida Paulista, no MASP. Este ato, extremamente combativo reuniu cerca de mil pessoas.

Todos estes atos, apesar de em sua maioria, pequenos, demonstram uma tendência real de luta contra o governo Bolsonaro. Esta tendência é um desenvolvimento de uma reação popular que vem desde o carnaval, passando pelo Encontro Nacional Lula Livre e agora pelos atos contra a ditadura. É de extrema importância que as manifestações continuem para mobilizar cada vez mais uma parcela maior da população.

A defesa da liberdade de Lula é outra bandeira que deve ser levantada como principal eixo para a mobilização e como contraponto aos inúmeros ataques dos golpistas contra a classe operária brasileira. A organização de comitês de luta contra o golpe é essencial para desenvolver esta tendência de luta e organizar os militantes e ativistas contra este governo defensor da ditadura, de torturadores e contra o povo.   

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