Com COVID,sem volta às escolas
Denunciando o caráter genocida do governo tucano de Eduardo Leite, dezenas de diretores de escolas estaduais do RS se mobilizaram contra a volta as aulas.
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Ato das escolas | Cpers

Nesta sexta feira(2), frente à decisão assassina de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, em retomar as aulas, 65 diretores e diretoras de escolas estaduais de Porto Alegre convocaram uma coletiva de imprensa, no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, para manifestarem-se contra a volta às aulas presenciais no Rio Grande do Sul.

Por todo Rio Grande do Sul se espalham mobilizações de toda comunidade escolar contra a volta às aulas centenas de escolas gaúchas já anunciaram após assembleias de suas comunidades que não voltarão as aulas sem vacina e reais garantias de preservação das vidas de todas comunidades escolares.

A posição dos diretores de escolas gaúchos contra a volta as aulas, se baseia na realidade concreta. São eles os gestores que devem cuidar das chamadas infraestruturas para atendimento dos supostos protocolos governamentais, sendo assim eles denunciam diretamente o governo do Estado pelos graves problemas estruturais das unidades escolares, com falta de professores, falta de funcionários, equipamentos e dinheiro. Além de repudiar a situação, deixando bem claro que não querem ser cobaias de Eduardo Leite.

A diretora da Escola Porto Alegre, Greici Amarante, destacou que o governo tucano genocida, sequer disponibilizou o que prometeu no início da pandemia.

“Estamos fazendo um movimento contra o retorno das aulas presenciais e pela preservação da saúde e da vida dos nossos estudantes, professores e funcionários. Precisamos seguir o que estamos fazendo porque o governo deveria se preocupar mais com a internet que até agora não deu, com escolas sem estruturas e não em arriscar nossas vidas”.

Os diretores também repudiaram a fala fascista de Leite, que disse que os diretores e professores não querem trabalhar. De acordo Lurdes Zanin, diretora da escola Rio Branco: “Nós não temos RH para fazer o COE, como as pessoas vão trabalhar nisso além da sobrecarga que já tem? O governador e o secretário estão dizendo que a gente não está querendo trabalhar, mas gente, eu nunca trabalhei tanto na minha vida”.

Em que pese as inúmeras pressões contra os gestores escolares no Rio Grande do Sul, assim como ocorre por todo o país, diretores, professores e comunidades escolares de todo o país devem seguir estes exemplos de mobilizações presenciais, nas ruas como dos diretores do RS, seguindo a máxima de trabalhadores de outras de outras categorias, se nos querem fazer trabalhar para morrer, podemos nos manifestar para viver.

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