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A caravana de Lula pelos Estados do Sul do País, como é de conhecimento público, vem sofrendo diversos ataques da direita fascista. Identifica-se aí uma mobilização das forças mais reacionárias e retrógadas do Brasil com o objetivo único de intimidar violentamente a maior liderança da esquerda mundial, ou seja, o ex-presidente Lula.

Inicialmente, esses ataques tinham uma natureza metodológica coercitiva. Bloqueavam estradas, estouravam rojões contra a caravana e partiam para a agressão física contra os militantes. A imagem de um verdadeiro “capitão do mato” chicoteando um membro do movimento dos trabalhadores sem terra ganhou o mundo. Um pequeno aperitivo do que o fascismo é capaz de fazer contra os movimentos operários.

Agora, esses fascistas colocaram de vez as garras de fora. Estão partindo para os ataques com armas de fogo. Na última semana, já foram registradas ofensivas de disparos de armas contra a caravana de Lula. Como a esquerda está titubeando para reagir a tais disposições agressivas da direita, eles estão cada vez mais à vontade para intensificar suas ações fascistas contra os trabalhadores.

Lula já deu sinais de que a esquerda deve responder à altura. Em declarações recentes, fez a apologia de que a esquerda deve se organizar pelo direito à auto-defesa. Tem que estar claro que a polícia militar jamais vai defender os trabalhadores, afinal, ela é o braço armado justamente do estado burguês para reprimir as mobilizações de massa.

Assim, o aparato policial está ali para proteger os fascistas que agridem a caravana de Lula. Nesse momento crucial da luta de classes, nutrir qualquer esperança de uma proteção policial para um movimento popular configura ou uma inocência sem limites ou uma dissimulação gigantesca para entregar as mobilizações de massa para os fascistas de bandeja.

Defender Lula e sua caravana, nesses termos, é defender a esquerda como um todo. Se o fascismo está atacando uma figura da visibilidade e popularidade do tamanho de Lula, o que fará com o resto da esquerda se o ex-presidente for eliminado do mapa. A resposta é simples, dizimará sem nenhuma dó nem piedade.

Por esses motivos, unidos pela palavra de ordem “Não vai prender!”, a esquerda, as entidades de classe e os movimentos sociais devem cercar Lula para protegê-lo e proteger a si mesmos contra o fascismo. Está na hora de uma resposta à altura aos ataques da direita fascista.

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