Trabalhadores da ECT
Pela terceira vez em um ano, sindicalistas dos Correios suspendem greve pelo Fora Bolsonaro
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Trabalhadores querem a greve |

Os sindicatos dos funcionários dos Correios, categoria com mais de 100 mil trabalhadores, os sindicalistas dos Correios, ligado ao Bando dos Quatro (PT, PCdoB, PSTU e diretoria do Sintect-MG (LPS)), adiaram a greve geral da categoria, pela terceira vez esse ano.

A greve foi apresentada contra o reajuste de 100% nas mensalidades do plano de saúde da categoria, que está levando vários trabalhadores dispor 20% dos seus salários para pagar o “benefício”, uma aberto ataque ao acordo coletivo assinado entre trabalhadores e direção da ECT no ano de 2019/2020.

Mo ano passado, a direção golpista da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), apresentou uma série de ataques aos direitos e benefícios dos trabalhadores que visava enxugar a folha de pagamento da empresa, no entanto, a decisão do dissídio da categoria, que foi parar no TST (Tribunal Superior do Trabalho) não foi satisfatório para os interesses privatistas dos golpistas, que esperavam atacar o vale refeição, plano de saúde e outros direitos.

Diante disso, o general golpista que controla a ECT, Floriano Peixoto, resolveu utilizar do STF (Supremo Tribunal Federal) tutelado por outro general do golpe, para passar por cima do acordo trabalhista da categoria, e roubar os salários dos trabalhadores.

Anunciou um aumento no compartilhamento dos gastos do plano de saúde, que passou de 30 para 50% dos valores gastos pelos trabalhadores, e ainda reajustou em mais de 100% de aumento nos valores das mensalidades que os trabalhadores ecetistas estão pagando para ter esse beneficio.

Como os golpistas sabem que esse aumento não cabe no bolso do trabalhador dos Correios, propuseram que o trabalhador que quisesse poderia pedir para sair do plano, uma maneira calhorda dos golpistas de acabar de uma só vez com esse benefício.

Diante disso, a única alternativa dos trabalhadores contra esse ataque seria a greve, no entanto, os sindicalistas da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios), sem firmeza para convocar a greve, foi adiando o movimento várias vezes, e impedindo que os trabalhadores dos Correios se unificassem com os petroleiros.

Primeiro foi marcado o início da greve para o dia 30 de janeiro, antes que a empresa conseguisse pôr me prática o reajuste,o que era correto, no entanto uma liminar ganha no TST pelo departamento jurídico da Fentect para que a ECT não pudesse fazer o roubo, e levou a categoria a se desmobilizar do movimento paredista.

Quando a liminar foi cassada pelos golpistas, via STF (Supremo Tribunal Federal), a greve do dia 30 foi abandonada para ser realizada no dia 12 de fevereiro.

Nesse momento,que seria importa a greve dos Correios para unificar com a greve combativa dos petroleiros, foi desmarcada novamente, para atender a um pedido dos sindicalistas traidores da Federação Fantasma (Findect), criada pelos patrões para dividir a categoria.

Com o pretexto de que a suspensão iria unificar todos os trabalhadores, a Fentect marcou com a Federação Fantasma, que sequer tem registro de entidade e é dirigida por um sindicalista pelego do PMDB, uma nova data, agora no dia 3 de março.

O isolamento da greve combativa dos Petroleiros recuou, e o dia 03 de março foi dando tempo para ECT descontar por duas vezes a nova mensalidade e ainda conseguir a adesão de mais do plano de saúde. O que tornou muito enfraquecido o motivo para greve nos Correios.

Sem interesse do Bando dos Quatro de colocar os trabalhadores em uma greve pela derrubada do governo Bolsonaro, a greve do dia 03 foi novamente suspensa pelas direções sindicais, remarcando nova assembleia para o dia 17 de março, adequando ao calendário burocrático das “Centrais Sindicais”, que estabeleceu um dia de luta no país, contra a retirada de direitos, sem colocar a questão da derrubada do governo fascista.

Todas essas manobras da burocracia sindical dos Correios, de suspender três vezes a greve da categoria só demonstra na prática que a greve está mito mais sendo contida que ser transformada em uma alavanca na atual luta política contra a privatização e pelo Fora Bolsonaro.

É precisovacilação das direções sindicais do Bando dos Quatro é preciso realizar uma greve por tempo indeterminado, paralisando todos os setores dos Correios, com piquete até para os terceirizados, ocupação dos prédios dos Correios, buscando a unificação de outras categorias, pela manutenção dos Correios público e estatal, contra a privatização e pelo Fora Bolsonaro.

É preciso que o dia 18 de março seja chamado pelos movimentos sociais e sindicais para ser realizada um greve geral por tempo indeterminado, pelo Correios público e estatal e pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas.

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