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Um dos porta-vozes mais proeminentes e destacados da imprensa golpista – com ativa participação no golpe de estado que depôs o governo eleito pelo voto popular e que também apoiou a ditadura de 1964 – o reacionário e direitista jornal O Estado de São Paulo, ou simplesmente “Estadão”, encomendou pesquisa ao Instituto IPSOS para avaliar o grau de rejeição/aceitação dos principais nomes que estão sendo ventilados como presidenciáveis para o ainda incerto pleito que escolherá o próximo mandatário do país, em outubro de 2018.

O jornal que dá voz aos tucanos e à burguesia paulistana talvez não contasse com o que foi revelado pela pesquisa, realizada com 1.200 entrevistados. O ex-presidente Lula é o favorito disparado entre todos os prováveis presidenciáveis e é ainda o menos desaprovado na pesquisa. Nem mesmo a condenação do candidato petista pelos desembargadores direitistas do TRF4 afetou a imensa popularidade do ex-presidente. “O fato é que, às vésperas do julgamento que o condenou, o Barômetro Político Estadão-Ipsos de então mostrava que Lula era menos desaprovado que outros dez nomes relevantes, entre eles potenciais presidenciáveis como Rodrigo Maia, Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin, Ciro Gomes, Fernando Haddad, Jair Bolsonaro e João Dória (Site DCM, 04/03).

O que não dá para ocultar mesmo é que todas as potenciais candidaturas Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia, Henrique Meirelles, o presidente golpista Michel Temer), identificadas com o golpe e com as medidas de ataque contra o povo trabalhador e a economia nacional estão sendo rechaçadas pelo conjunto da população. Como diz o ditado popular, os golpistas e a burguesia estão no “mato sem cachorro”.

O amplo apoio dado ao ex-presidente Lula, em um sentido geral, expressa o repúdio da população ao golpe de estado, aos golpistas e suas duras medidas de ataque às condições de vida dos trabalhadores e das massas populares. A candidatura Lula representa, portanto, não somente uma “preferência eleitoral” pelo candidato petista, mas é a expressão mais elevada da luta contra o golpe de estado e tudo que está identificado com o ato de força brutal, arbitrário e inconstitucional que depôs o governo legitimamente eleito da presidenta Dilma Rousseff.

Apesar de todo o massacre da frente ampla reacionária (Congresso Nacional, judiciário, Polícia Federal, imprensa golpista, etc.) que se formou no país contra o ex-presidente e o Partido dos Trabalhadores, o fato é que as massas populares estão respondendo – ainda que no terreno passivo das eleições – com demonstrações claras de que não aceitam os golpistas e sua política de impor sacrifícios ainda maiores aos trabalhadores para favorecer os banqueiros, especuladores, a burguesia e o imperialismo.

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