Vacinação
Não se trata, portanto, de uma preocupação humanitária desses monopólios, mas do medo de faltarem vacinas para os governos imperialistas
An illustration picture shows vials with Covid-19 Vaccine stickers attached, with the logo of US pharmaceutical company Pfizer, on November 17, 2020. (Photo by JUSTIN TALLIS / AFP)
Foto ilustrativa de vacina contra a COVID-19. | Foto: JUSTIN TALLIS / AFP
An illustration picture shows vials with Covid-19 Vaccine stickers attached, with the logo of US pharmaceutical company Pfizer, on November 17, 2020. (Photo by JUSTIN TALLIS / AFP)
Foto ilustrativa de vacina contra a COVID-19. | Foto: JUSTIN TALLIS / AFP

AstraZeneca e Pfizer negaram-se a comercializar vacinas, neste momento, com a iniciativa privada apesar da autorização dada pelo fascista Jair Bolsonaro.

Apesar da Pfizer ter dado a justificativa de que a vacina “é um bem que deve ser oferecido à população em geral”, o que se sabe é que tanto AstraZeneca quanto Pfizer não conseguem produzir nem a quantidade de doses já negociadas com os países. Por isso, fica óbvio que temem retaliações por parte dos países imperialistas, como a quebra de patentes, se começarem a negociar com a iniciativa privada antes de entregarem as doses já negociadas com os governos nacionais.

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