Trabalho em risco
Em Assis, um funcionário do Banco do Brasil divulgou em suas redes sociais um apelo denunciando as condições de trabalho.
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Crise é jogada nas costas dos trabalhadores. |

Da redação – Luís Manoel Fernando Gomes, trabalhador do Banco do Brasil há 11 anos, denuncia que este está sendo o pior ano de trabalho da categoria.

Desde o início funcionários foram vítimas de H1N1, sendo que um deles morreu recentemente. Porém, como isso não bastasse pouco tempo depois começou o surto do vírus Corona, e diversos funcionários passaram a ser atingidos.

Os trabalhadores foram colocados em uma grande situação de risco, obrigando o sindicato a fazer com que a agência fosse interditada nesta terça-feira (24).

Porém, Luís mesmo assim resolveu divulgar o fato nas redes sociais, em defesa dos demais trabalhadores da categoria:

“Para conhecimento geral do pessoal da rede social Facebook, antes de julgar uma classe, procure saber o que ela vem passando.

Trabalho no Banco do Brasil faz 11 anos e esse, com certeza, é o pior que já passamos.

Recentemente, perdemos um amigo que trabalhava com a gente por conta de um surto de H1N1.

Na quarta-feira ele estava lá, todo sorridente, trabalhando com a gente. Na segunda-feira seguinte, sepultamos ele, com a incerteza do contágio para os demais colegas.

Pois isso aconteceu. Tivemos mais 4 casos confirmados dentro da agência.

Em Assis, o drama dos colegas do banco Itaú não é diferente.

Não sei ainda se trata-se de Corona ou H1N1, a agência esta interditada, e há colegas doentes.

De qualquer forma, mostra como estamos vulneráveis nesse momento tão delicado.

Seu boleto pode ser pago com débito em conta.

Seu cheque pode ser depositado.

Seu crédito/investimento/extrato pode ser tirado pelo aplicativo dentro de sua casa ou, no pior das hipóteses, nos terminais de auto-atendimento, fora de horário de atendimento bancário.

Estamos na luta!

Eu com mais oito colegas estamos presentes na agência, realizando serviços essenciais.

Amo o que faço, porém o risco é iminente.

Antes de julgar uma classe, faça uma reflexão.

Temos nossa família nos esperando em casa.

Prefeito José Fernandes, por favor, feche os bancos.”

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