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Em nota lançada nesta quinta, 15, o ex-presidente Lula comenta o assassinato da vereadora Marielle Franco, do Psol, destacando o caráter político do crime. Para ele, “a violência é a irresponsabilidade da ausência do Estado. O Rio de Janeiro e a democracia brasileira foram atingidos por esse crime político bárbaro”.

Lula destaca aquilo que é sabido: este crime tinha data e local para acontecer. O assassinato foi, no contexto carioca, o laboratório, o começo. As repressões, perseguições, desaparecimentos, torturas e assassinatos estão apenas começando, repetindo o que fizeram as forças de repressão na ditadura militar de 1964.

Lula também está sendo perseguido. A direita golpista sabe que sua candidatura seria uma forma de barrar as atrocidades do regime fascista.

Logo este momento deve ser de intensa luta política. Contra o golpe, o governo fascista da direita e a intervenção militar (que, neste momento, é o laboratório dos militares. Suas pretensões, ao instaurarem a ditadura em todo país é um governo muito pior que o de 1964). Não se pode aceitar as atrocidades dos golpistas. É preciso derrotar a direita e todos os golpistas. Lutar contra a prisão de Lula e contra a intervenção militar!

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