Prisioneiro político dos EUA
Na verdade, Assange demonstrou a podridão dos EUA em todos os níveis da vida social, política, econômica, jurídica, com a ajuda de um ex-soldado do próprio exército
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Diversas manifestações acontecem em defesa de Assange | Foto: EFE

Julian Assange foi ouvido por videoconferência em Westminster, Londres, nesta segunda-feira (27), em uma prévia de retomada do julgamento que pode terminar em sua extradição para os Estados Unidos pela justiça britânica e pela ditadura do imperialismo mundial.

O fundador do Wikileaks mal falou na audiência, dizendo apenas seu nome e sua data de nascimento, a pedido da juíza Vanessa Baraitser, no que constitui sua primeira aparição nessas reuniões desde 7 de abril passado, devido a problemas de saúde.

O processo judicial internacional, onde o imperialismo o acusa de espionagem, roubo de dados, segue também um outro em que ele foi condenado por violar a fiança concedida em 2012 sob a acusação de supostos crimes sexuais, em uma armação ridícula dos imperialistas. O juiz responsável pelo caso determinou que o australiano de 49 anos deve permanecer sob custódia até que um veredicto seja emitido sobre o pedido de extradição apresentado pelos Estados Unidos.

Se entregue ao sistema judiciário americano, pode pegar uma sentença de 175 anos de prisão ou o pena de morte, com base nas 18 acusações feitas contra ele, variando de conspiração a cometer espionagem a hackers. Na verdade, Assange demonstrou a podridão dos EUA em todos os níveis da vida social, política, econômica, jurídica, com a ajuda de um ex-soldado do próprio exército, e, sendo assim, o criminoso aqui é o governo dos EUA. Atrocidades de todos os tipos, golpes de Estado e invasões de território com desculpas de “combate ao terrorismo”, apenas para roubar o petróleo e controlar a região;  torturas; assassinatos de civis, no caso de repórteres mortos por drones criminosos no Oriente Médio e etc.

É preciso dizer que nos últimos dias estão acontecendo diversas manifestações em defesa de Assange, denunciando sua tortura pelo imperialismo criminoso. Assange está detido em uma prisão britânica desde abril de 2019, depois de ter sido expulso pelo governo equatoriano do presidente Lenín Moreno da embaixada de Quito em Londres, onde a polícia não poderia ter entrado e seu julgamento deve ser retomado em setembro.

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