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As Forças Armadas estão ganhando cada vez mais poder dentro do Estado em um ambiente de convulsão social crescente em que o País se encontra, sendo este posicionamento parte central do golpe para a manutenção dos ataques feitos aos direitos da população e a economia nacional. A questão é fundamental e há muita confusão, por isso é importante que todos ouçam com bastante atenção ao vídeo a seguir, parte da Análise Política da Semana, referente ao problema:

https://soundcloud.com/jornalcausaoperaria/as-iniciativas-e-avancos-das

“As iniciativas e os avanços das Forças Armadas são os principais fatos políticos do país, sendo que depois da Intervenção Militar no Rio de Janeiro, o governo Temer cria um novo Ministério da Segurança Pública e transfere para ele Raul Jungmann. Tudo isso abriu caminho para a indicação em mais de vinte anos para a indicação de um militar para o Ministério da Defesa.

Raul Jungman, um capacho dos militares, que foi preservado dos ataques feitos ao governo Temer, sendo sua permanência um pedido dos militares. Ele substituiu o chefe da Polícia Federal por uma pessoa que é de confiança do General Etchegoyen. Assim, podemos ver que em poucas jogadas os militares dominaram o Ministério da Defesa, da Segurança Pública e o comando da Polícia Federal.

Os fatos contradizem a versão preferida de grande parte da esquerda, que considera que a Intervenção no Rio de Janeiro se refere apenas à uma jogada de marketing, de propaganda do Temer com vistas a uma eventual e improvável candidatura sua a reeleição presidencial. Tudo seria apenas uma questão eleitoral, sendo as Forças Armadas manipuladas pelo Temer, que ganharia um cacife suficiente para uma campanha eleitoral. Estas versões que já pareciam inverossímeis, se observarmos o poder dado aos militares nos coloca que o que acontece é um posicionamento melhor destes para a tomada do governo.

O que é mais complexo neste caso é o desenvolvimento da situação que temos até aqui: no Brasil não vigora nenhum tipo de regime democrático, nem de Estado de Direito, nem mesmo superficialmente. O processo contra o Ex-presidente Lula, contra o PT, as inúmeras decisões arbitrárias de Juízes e Ministros, mostram que a única coisa que impede que o regime ataque mais duramente os direitos da população é o medo da reação popular, fora isso daí, não há nada que impeça. Não há nenhuma lei, código ou instituição do regime que impeça essas arbitrariedade.

A conclusão clara é que toda a movimentação dos militares indica no sentido de um fechamento do regime político, isso também é uma conclusão clara e inevitável. A única coisa que fica em aberto é qual seria o desenvolvimento disso do ponto de vista de uma ação mais dura dos militares e do próprio governo ditatorial. O controle dos militares em vários ministérios sobre a base de um regime político que já é praticamente uma ditadura cria uma situação de fato, como ela vai se desenvolver e como os militares irão se organizar. Tudo isso está em aberto.

O fato é que com todas as movimentações, o País fica muito perto de uma situação em que o golpe militar é totalmente realizável. É visível que a Intervenção Militar no Rio de Janeiro é um posicionamento chave para as Forças Armadas, sendo que para enfrentar este momento crítico as Forças Armadas se posicionam para intervir de uma maneira ou de outra na situação de uma forma mais eficiente.

O Partido da Causa Operária (PCO) assinalou em várias oportunidades as operações de Garantia de Lei e Ordem (GLO) em vários estados do País, sendo que o que temos agora é um aprofundamento dos militares dentro do regime político.”

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