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nivaldo
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Da redação – O candidato Nivaldo Orlandi, escolhido para concorrer ao senado de São Paulo, pelo Partido da Causa Operária (PCO), participou na última terça-feira, à 13h, de entrevista na OAB de São Paulo, sendo transmitida pela TV OAB SP. O militante, que é ex-prefeito de Embu das Artes (SP) pelo PDT, denunciou a perseguição e golpe contra o PT, deixando claro que Dilma Rousseff foi retirada sem provas, por um crime que, se real, teria que derrubar 27 governadores e 5.500 prefeitos em todo o país.

Seguem as principais declarações do candidato:

“Nós estamos no meio de um golpe e estado. E tudo demais está subordinado à consolidação, à efetivação do golpe. Não existe democracia, aqueles que deveriam zelar pela ordem democracia, não o fazem.

[…]

Se formos olhar todos os atos, é tudo para consolidar isso, um grande acordo nacional ao arrepio da Constituição, da lei penal, da ordem democrática e a cartada final de consolidação do golpe é agora: tentar legitimar o golpe com uma eleição nada democrática, uma eleição, cuja as regras, foram aprovadas por um Congresso que votou o golpe, que golpeou Dilma, a democracia, e no dia seguinte, fez uma legislação eleitoral para erradicar todos os partidos pequenos, que não teriam representatividade, que não teriam voto, como é o caso do PCO, de longe o partido mais comprometido na luta contra o golpe. Desde a denúncia que se estava já à armar o golpe, o momento do golpe e agora, após a retirada da primeira presidenta eleita democraticamente, por um crime “pedaladas”, que ninguem sabe exatamente o que é, mas quando se da um golpe qualquer pretexto serve. E outra, crime só contra a Dilma. Eu ja fui prefeito, e, se essas ditas pedaladas fossem “democratizar” essa invenção de crime na política brasileira, ao que consta dos 27 governadores, todos deveriam ser afastados, dos 5.500 prefeitos, não sobrariam nenhum.

O judiciário à todo momento rasga a lei, rasga a Constituição, inova em novas normas, usurpando uma atribuição que não é do judiciário, que é do poder legislativo. O judiciário por diversas vezes invadiu o Congresso, um poder soberano.

[…]

Os golpistas tudo pode. As eleições não vão trazer de volta a normalidade democrática. Sem esse pressuposto, sem derrotar o golpe, sem reverter essas reformas golpistas, sem reaver de volta a Embraer, nosso poços de petróleo, não vai haver normalidade democrática. ”

É de suma importância aproveitar todos os espaços para denunciar os ataques dos golpistas nestes dois anos de golpe de Estado, explicitando aqui, dentro da OAB a ditadura do judiciário contra os trabalhadores e suas organizações.

Assista na íntegra toda a fala de Nivaldo:

 

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