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O panorama internacional da política, em que a extrema-direita avança largamente em países imperialista fica mais claro com a última eleição italiana, que desnudou um fenômeno que parecia não estar acontecendo. A crise dos políticos tradicionais de esquerda e direita está colocando a extrema-direita em ascensão, entenda melhor isso por meio do trecho específico da Análise Política da Semana em:

“As eleições italianas teve vitoriosa uma coligação entre a direita, com o grupo de Berluscone e a Liga Norte, grupo abertamente fascista. Ambos tiveram 40% dos votos na eleição italiana, outros grupo de extrema-direita concorreram as eleições em lita separada deste bloco de direita, obtendo um grande avanço. Os demais grupos da extrema-direita eram muito mais abertamente fascistas, ganhando um grande poder também.

Em segundo lugar, ficou o Partido Cinco Estrelas, organizado pelo Palhaço Bepe Grillo, com caráter político extremamente duvidoso, havendo muita demagogia pequeno-burguesa e propaganda anarquista do estilo da auto-gestão. Essa demagogia super-transparente que muita gente , tipo o PODEMOS espanhol, Boulos e tantos outros. Por outro lado a campanha anti-imigrante, sendo um partido pequeno-burguês com democratismo superficial e posições direitistas, podemos dizer que a direita teve uma direita acachapante.

O antigo Partido Comunista Italiano teve pouca votação, sendo os demais grupos menores ainda. De um ponto de vista geral, esta é uma das situação mais críticas que vimos até agora. Por exemplo, na Inglaterra, o Partido Conservador conseguiu conter a extrema-direita, embora tenha se alinhado na questão do Brexit a extrema-direita.

A França teve a derrota de um partido de extrema-direita, tendo vitória do Macron perante ao direitista Partido da Frente Nacional de Marine Le Pen. A Alemanha contou com uma aliança entre o Partido Social Democrata Alemão e o partido da Merkel para estabelecer um governo, pois caso não conseguisse formar este governo, novas eleições precisaria ser chamadas. Tendo a direita coligado com a esquerda para formar governo, uma nova eleição só aumentaria a ascensão da extrema-direita, que veria as debilidades da direita e as exploraria em esse período de crise.

A evolução política dos principais países imperialistas dá um salto de qualidade no sentido da direita e da extrema-direita, mostrando a mais importante vitória da extrema-direita no grupo de imperialistas. Isso é importante por que muita gente achava que com a eleição francesa, o problema não é tanto de decomposição do regime político europeu, como a ameaça da extrema-direita havia sido contornada. A experiência italiana mostra que não, que os franceses conseguiram uma evolução via um artifício, uma manobra muito bem articulada pelo mercado financeiro.

Na França, pegaram uma pessoa que era de esquerda, tendo como base o Partido Socialista e uma parte do Partido Conservador, e com essa manobra em um momento de grande confusão política, conseguiram fazer passar, mostrando que tal manobra não indica o que realmente ocorre, que diz respeito a recuperação do controle dos governos dos principais países capitalistas do mundo por parte da burguesia capitalista. A crise alemã, italiana e francesa, mostram a tendência da extrema-direita.

O Partido Trabalhista Inglês, controlado por sua ala mais à esquerda ligado ao sindicato e aos operários, que pode vencer as eleições caso o Partido Conservador seja obrigado a convoca-las imediatamente. Este panorama, junto com o francês, iludiu muitos, mas a questão italiana desfaz aquela ilusão inicial de que o problema da extrema-direita estaria superado. O que vemos é que o resultado da política neoliberal de profundo ataque as massas encoberto por uma política pseudo-democrática, uma decomposição profunda dos principais países imperialistas do mundo do controle do capital financeiro.

Os EUA também está no quadro mostrado, em que a vitória de um setor bastante direitas, mesmo que não sendo o capital financeiro, e tendo uma política relativamente anti-globalização, a política predominante da lado financeiro internacional.”

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