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Mais um caso onde a tortura nos presídios é denunciada, especificamente nas penitenciárias femininas onde ocorre os piores tipos de situações possíveis, as mulheres já enfrentam uma árdua luta no que diz respeito às suas condições econômicas e sociais como um todo. O encarceramento em massa da população feminina tem constatado na prática que tudo aquilo que a direita defende com seu discurso pró-vida cai por terra quando se mostra o que acontece dentro das cadeias, onde as mulheres sofrem aborto por pura negligência e que faz parte do massacre por parte do Estado que não provem seu bem estar.

Nesse sentindo, uma ação está sendo movida em função de beneficiar 4.560 mulheres presas, sendo elas gestantes, lactantes e ou que possuam filhos de até 12 anos. A ação denuncia os diversos casos de tortura praticados contra as mulheres em carcere, constatado pelo Ministério de Direitos Humanos a violação da dignidade humana das presas.

Para demonstrar esse cenário é preciso elencar cada caso, e o primeiro deles, talvez o mais chocante é de uma detenta que assim que chegou àquela unidade estava grávida de 2 meses, mas o pior ainda estava por vir, ela sangrou por uma semana, sendo assim desde o primeiro dia que chegou, a tortura se estendeu quando teve que dormir no chão por vários dias, sem contar que na cela também não havia água potável. Depois de ter sido submetida a essas condições a mulher acabou sofrendo um aborto.

Esse é somente mais um exemplo de como as mulheres são as mais atingidas por mais esse aparato repressor do Estado, outro caso que se destaca é da adolescente, também grávida, que teve que permanecer por quatro dias na delegacia em uma cela masculina, que evidentemente tinha presos. Somente depois que veio a transferência, a jovem era dopada com remédios para dormir, mesmo sem ter sido consultada por um médico, além da má alimentação oferecida e a falta de água potável.

Sem contar na tortura sofrida pelas presas que dão a luz nessas penitenciárias devido a demora do socorro, ou as que ainda conseguem ir ao hospital, mas sabe-se que as presas permanecem algemadas desde a cela até a chegada ao hospital. Um caso relatado mostrou que uma das mulheres que estava em estágio avançado da gravidez  sofreu com golpes e ameaças, e o pior de tudo: a molharam com jatos de água durante a noite, o que logo após dos terríveis episódios lhe causou uma pneumonia.

São inúmeros os casos que relatam os abusos sofridos pelas mulheres, e que são um reflexo direto da opressão chancelada pelo Estado burguês. Um fato disso, é que a tortura ela não se destina somente para as presas mas principalmente aos filhos, as denuncias são as mais absurdas possíveis, desde recém-nascido sufocado com leite até bebês que foram internados por conta da emissão de spray de pimenta, ou pior, que caiu de uma triliche direto para um aquecedor de água onde levou choque e se queimou.

É preciso acabar com esse aparato que somente massacra as mulheres a cada dia, o encarceramento em massa é uma realidade na vida das mulheres que precisa acabar, muitas dessas mulheres foram presas preventivamente sem condenação alguma e que ainda permanecem no carcere. Tudo isso, é garantido pelas leis retrógradas do Estado no que diz respeito as mulheres e pela forte campanha da direita com seu discurso obscurantista que somente contribui com o aumento da repressão.

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