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Continuam as agressões dos urubus do metrô contra a população pobre, na última terça-feira, uma vendedora ambulante foi agredida por um segurança do Metrô de São Paulo, na estação Vila Matilde, da Linha 3-Vermelha, localizada na zona leste da capital paulista.

A vendedora ambulante Juliana, tentando levar o sustento para sua família estava em vagão na estação Guilhermina-Esperança com a companheira Marta no momento em que foram abordadas acusadas pelos urubus de estarem vendendo mercadorias, apesar, que grifes e comércios de capitalistas endinheirados podem ter suas lojas e comércios dentro das estações do metrô.

Em vídeo divulgado nas redes sociais Juliana é vista levando um forte tapa no rosto após discutir com o segurança.

Na plataforma, o “urubu” continuou a discussão e agrediu Juliana no rosto. Ela tentou revidar, mas acabou recuando. Passageiros, que acompanharam a confusão, questionaram a violência e outro segurança presente discutiu com outros usuários do Metrô.

Após a agressão, as duas mulheres foram ao Delpom e o caso foi registrado como lesão corporal e ameaça. O policial ainda será interrogado.

Assim como a polícia a violência dessa guarda fascista, cresce cada vez mais, contra a população pobre e negra das perifeiras. Dados de 2016 mostram que houveram dez casos de agressões contra vendedores, estudantes, moradores, toda gente pobre. Um desses casos foi no início de 2016: um segurança agrediu um jovem dentro de um trem da Linha 9-Esmeralda durante uma fiscalização contra o comércio ilegal nos trens.

Em 2017, outro fato gerou indignação e revolta, quando o ambulante, Luis Carlos Ruas, foi morto por agressões de fascistas, enquanto tentava proteger uma travesti que tinha sido agredida momentos antes pelo mesmo grupo. Mesmo sendo espancado de maneira aberta no interior da estação Dom Pedro II, nenhum segurança agiu para impedir que os fascistas assassinassem o ambulante.

Ou seja, os seguranças do metrô são mais um braço da repressão e violência da burguesia, da direita golpista contra as classes mais pobres da sociedade.

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