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É preciso um dia nacional de paralisação das categorias

PSDB carrasco do povo

Veja alguns dos crimes do PSDB

Para facilitar a compreensão dos que ainda se confundem, compilamos alguns dos atos mais grotescos cometidos pelo PSDB.

PSDB é um dos maiores inimigos do povo – Foto: Reprodução

Sábado passado, 03 de julho, ocorreu mais um ato pelo Fora Bolsonaro em todo o Brasil. As manifestações já contam com a participação de milhões de pessoas em todo o Brasil, atingindo níveis inclusive pré-revolucionários. Entretanto, no último final de semana, um fato chocou todo o Brasil – pelo menos àqueles que não acompanham o Diário Causa Operária.

Frente à presença de “simpatizantes” do PSDB no ato em São Paulo, militantes do PCO prontamente trataram de expulsá-los da manifestação, impedindo o avanço da burguesia na tomada dos grandiosos atos pelo Fora Bolsonaro. Com isso, setores da esquerda pequeno burguesa e da própria direita não mediram esforços ao atacar fervorosamente o PCO por sua política, criando todo tipo de calúnia contra o Partido que, fundamentalmente, é um dos principais responsáveis pelo tamanho da mobilização na atual etapa da luta política no País.

Com isso, acreditamos que, excluindo os oportunistas e inimigos da esquerda, quem critica o Partido por tal ação acabou por esquecer quem é o PSDB e porque é preciso garantir que sua presença nos atos seja repudiada veementemente. Portanto, contribuindo, mais uma vez, para o avanço político da esquerda, segue aqui uma breve retrospectiva de algumas das atrocidades cometidas pelos tucanos ao longo da história do Brasil.

Massacre de Corumbiara

No dia 15 de julho de 1995, no município de Corumbiara, Rondônia, 514 famílias ocuparam a fazenda Santa Elina. Quatro dias depois, foram surpreendidos por uma ordem de despejo emitida por um juiz da região, o que não foi aceito pelos Sem Terra, permanecendo no local.

Entretanto, no dia 8 de agosto, após nova limiar para imediato despejo, cerca de 300 policiais militares chegaram à fazenda. Depois, ao lado de jagunços contratados por fazendeiros da região, invadiram o acampamento enquanto os Sem Terra dormiam, lançando bombas de gás lacrimogêneo contra os ocupantes e atirando para todos os lados.

O episódio, conhecido como o Massacre de Corumbiara, contabilizou oficialmente a morte de 9 Sem Terra. Todavia, os ocupantes denunciam que as baixas podem ter ultrapassado 100 pessoas, enterradas sumariamente.

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Massacre de Eldorado dos Carajás

Ainda na região Norte, dessa vez no município de Eldorado dos Carajás, no Pará, a Fazenda Macaxeira foi ocupada no dia 5 de novembro de 1995. Depois, no dia 10 de abril de 1996, cerca de 4.221 pessoas, dentre elas militantes do MST e Sem Terra que ocupavam a região, marcharam da propriedade até Belém, capital do estado.

Sob as ordens de Almir Gabriel (PSDB), governador do Pará na época,155 policiais militares participaram de uma operação que tinha o pretexto de tirar a passeata do local, pois estaria obstruindo a rodovia BR-155. O resultado foi avassalador: 19 sem-terra foram mortos.

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FHC e o MST

Ambos os episódios citados anteriormente tiveram participação fundamental do PSDB representado pelo governo de Fernando Henrique Cardoso. Durante seus dois mandatos, FHC combateu fervorosamente a atuação do MST no País. Ao mesmo tempo que realizava uma reforma agrária completamente vazia e falaciosa, procurava avançar na criminalização do movimento, culminando na determinação, em 1998, de que toda ação do MST encontraria uma reação judicial por parte do Estado.

Massacre de Pau d’Arco

Novamente no Sul do Pará, no município de Pau d’Arco, trabalhadores rurais ocuparam a Fazenda Santa Lúcia. Sob o governo de Simão Jatene (PSDB), a Polícia Militar foi acionada para realizar a desocupação da terra. Sem aviso, centenas de policiais chegaram ao local já atirando contra os trabalhadores, resultando na morte brutal de 10 sem-terra.

Desocupação do Pinheirinho

Agora na cidade, temos mais um episódio que coloca em xeque a política do PSDB. Desta vez, durante o governo de Geraldo Alckmin, em 2012, em São José dos Campos, uma ação da PM que contou com milhares de policiais  avançou contra a ocupação do Pinheirinho. Os relatos são de extrema violência, com bombas de gás lacrimogêneo lançadas contra os ocupantes e balas de borracha atiradas indiscriminadamente, inclusive em mulheres grávidas e moradores que não apresentavam nenhuma resistência. Depois de alguns dias de operação, todas as casas haviam sido demolidas.

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Governo FHC

A devastação deixada pela política neoliberal de FHC (PSDB) entrou para a história do Brasil como um dos maiores desastres sociais já vistos. Para se ter uma noção, em 2001, decorridos 7 anos de mandato dos tucanos, uma criança morria de fome a cada 5 minutos no País

Este dado por si só já deixa claro que a política do PSDB é a política da devastação do patrimônio nacional, algo reforçado quando relembramos que o governo FHC realizou o maior número de privatizações da história do País.

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Greve dos professores

Além de tudo isso, vale citarmos a corriqueira repressão policial do PSDB contra professores em greve. 

No Paraná, durante o governo de Beto Richa (PSDB), mais de 200 professores foram feridos durante ato que contava com a participação de mais de 20 mil pessoas. Em São Paulo, vimos a mesma situação, com imagens chocantes catalogando o resultado da política dos tucanos.

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Depois desta breve recapitulação, fica claro que a presença do PSDB – e demais organizações da burguesia – nos atos dos trabalhadores não só é inaceitável, como também motivo óbvio de radicalização. Aceitar que esta corja golpista compareça às manifestações é contribuir com o desmonte do movimento Fora Bolsonaro, algo que já aprendemos em 2013. Finalmente, a participação destes elementos é uma manobra que deve ser combatida, inclusive violentamente, se necessário. Caso contrário, a esquerda estará se rendendo de uma vez por todas aos golpistas, jogando tudo que foi arduamente conquistado pela classe operária brasileira no lixo.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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