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  • Por um salário mínimo de ao menos R$ 6.500

Contra a política da direita

Por um salário mínimo de ao menos R$ 6.500

Que os bancos paguem pela crise!

Manifestação da CUT – Foto: Reprodução

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Não é novidade para ninguém que o salário do trabalhador hoje não serve para absolutamente nada. Desde o golpe de Estado, o salário mínimo não tem aumento real. Ao mesmo tempo, o preço dos alimentos cresce a cada mês, o preço dos combustíveis dispara e as condições de vida caem dia após dia. Junto a isso, a fila de desempregados não para de crescer e milhões vão se pendurando nos chamados “empregos informais”.

Nessa situação, provocada pela política da direita golpista, a serviço dos bancos, 120 milhões já estão à beira da fome, sendo 20 milhões menores de idade! O povo está assaltando mercado, comendo do lixo, pegando ossos etc. A crise econômica está levando a uma verdadeira crise humanitária.

A forma como o povo está sendo tratado, além de desumana e criminosa, é inconstitucional. Segundo a própria Constituição Brasileira, que é bastante conservadora, o salário deveria garantir a sobrevivência do trabalhador para que ele cobrisse todas as despesas de um mês de vida, incluindo o lazer. O salário, no entanto, quando muito, permite apenas que o trabalhador escolha entre pagar o aluguel ou o alimento de sua família.

O salário de R$1.212 é um salário de fome. Um salário que garanta a moradia em um local adequado, a alimentação de toda a família, o lazer e demais necessidades do trabalhador não pode ser menor que R$6.500.

Entre R$1.212 e R$6.500, há um abismo que corresponde justamente aos interesses dos bancos. O salário de fome é uma imposição dos capitalistas para que os bancos lucrem cada vez mais nesse período de crise. Às custas, é claro, do povo.

É por isso que um salário mínimo vital, de pelo menos R$6.500, só poderá vir com um grande enfrentamento das massas contra os seus algozes. É preciso que os sindicatos, a CUT e todas as organizações de trabalhadores encampem uma verdadeira campanha nacional. É preciso ir às fábricas, formar comissões em todos os locais de trabalho e colocar na ordem do dia uma campanha pelo salário mínimo vital.

Junto a isso, é preciso aproveitar a candidatura de Lula como ferramenta para enfrentar a direita e arrancar o salário mínimo vital dos capitalistas. Lula Presidente! Por um salário mínimo vital!

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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