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Região Sul registrou atos em mais de uma centena de cidades

Bloco Vermelho

Na Quadra dos Bancários, PCO chama a multiplicar o Bloco Vermelho

Ao contrário das autoritárias e excludentes plenárias virtuais da esquerda pequeno-burguesa, o PCO organizou uma plenária verdadeiramente democrática e combativa.

Plenária aberta e democrática do Bloco Vermelho. – Foto: Reprodução.

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A Plenária de Organização do Bloco Vermelho em São Paulo teve como pontapé inicial uma fala do presidente do PCO, Rui Costa Pimenta. O companheiro realizou uma importante contextualização da campanha de ataques contra o partido mais ativo na luta contra o golpe, contra a prisão e depois pela liberdade de Lula e finalmente pela derrubada do ilegítimo governo Bolsonaro.

Para explicitar o tom da campanha, Rui citou o venal jornalista Reinaldo Azevedo, ou “Venaldo” Azevedo. Segundo o criador do termo “petralha”, o PCO seria “um grupo de bandidos”. Foi ressaltado ainda que “com exceção das direções da CUT e do PT” as direções da esquerda fizaram coro com a direita. Alguns “em aberta defesa do PSDB” e outros atrás de considerações pseudo-estratégicas, pseudo-filosóficas”

Citou ainda duas provocações contra o partido a partir dos atos de 3/7. A primeira promovida por Carmem Silva, do MSTC, que parece ter colocado fermento na denúncia farsesca de agressão que foi criminosamente explorada por Renato Rovai na Revista Fórum. A cada relato, as supostas agressões realizadas por militantes do PCO sofriam alguma transformação: agressão física a idosas, a mulheres com crianças de colo, roubo de celulares, perseguição pela rua.

Quando esgotaram todas as possibilidades de caluniar o PCO baseada nesse ato, partiu para uma tentativa de reescrever a participação do partido na luta contra o golpe de 2016, assim como Boulos já havia feito. Mas ao invés de tentar diminuir a importância da atuação dos nossos militantes, Carmem foi bem mais além e acusou o PCO de agredir e ofender as mulheres que participavam dessa luta, ou seja, segundo essa senhora o PCO teria atrapalhado a luta contra a derrubada do governo Dilma Rousseff.

Como o companheiro destacou, o PCO assumiu a linha de frente na luta contra o golpe e pela anulação do impeachment, enfrentando a resistência da maioria da esquerda. A acusação de Carmem Silva propõe reescrever a história recente da luta política no Brasil.

A segunda ocorreu em Florianópolis e foi impulsionada pelo PDT. Novamente sob a farsesca acusação de agressão contra uma mulher, PDT, PCdoB e PSOL se uniram para manobrar uma plenária e impor a expulsão do PCO da Frente Fora Bolsonaro de Santa Catarina.

Por fim, Rui expôs que todos esses ataques ao PCO têm por objetivo imediato entregar as manifestações populares nas mãos da direita golpista, dos “pais” do Bolsonaro. Depois de deixar essa direita criminosa se promover como democrática e afundar as manifestações, o foco desses setores é a Frente Ampla para as eleições de 2022.

Outras intervenções

O companheiro Francisco Muniz relatou os eventos ocorridos no ato de 03 de julho e denunciou como o desentendimento entre militantes do PCO/PT e os contratados para segurar faixas do PSDB foi distorcido.

Marília Garcia destacou a importância dos Comitês de Luta para impulsionar a luta política a partir das bases. A companheira deu como exemplo a própria plenária organizada pelo PCO e aberta a todos os interessados em integrar o bloco vermelho.

Diversos outros companheiros e companheiras fizeram falas repudiando a infiltração da direita nos atos e a conivência de setores de esquerda com essa manobra. Os relatos explicitaram que o povo odeia o PSDB e quem se presta a defender esse partido está completamente deslocado do povo.

O verde e amarelo (ou azul e amarelo) são a camuflagem perfeita para os piores inimigos dos trabalhadores. O PCO integrará o Bloco Vermelho com a CUT e com todos os que não estão dispostos a entregar as manifestações para a direita.

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