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Querem privatização mesmo?

Imprensa golpista anuncia ano de privatizações

Seria a prova que não querem Lula nem pintado de ouro?

Alckmin e Bolsonaro – fiéis escudeiros de Temer – Foto: Reprodução – Brasil de Fato

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No último ano do mandato, o presidente ilegítimo Jair Bolsonaro ainda não conseguiu cumprir sua promessa de governo, que era de privatizar tudo. Ao apagar das luzes do seu mandato, não conseguiu privatizar nenhuma empresa, apenas vendeu partes da Petrobrás, refinarias e outros ativos, apesar de ter praticamente aniquilado a empresa, o mesmo com os Correios.

Em 2019 fez nova promessa, de privatizar 17 empresas, entre elas a Eletrobrás, Correios, Petrobrás, portos, aeroportos e rodovias. Para 2022 reforça a promessa com sete empresas na lista, entre elas a Eletrobras, os Correios e a Petrobras, conforme matéria do jornal golpista e porta-voz oficial da burguesia imperialista e genocida, O Estado de São Paulo – Estadão.

Ao que tudo indica, estão fazendo enorme pressão para que seu representante alternativo no cargo supremo do Estado burguês, a presidência da República, faça o mais depressa possível as privatizações e assim contentar o imperialismo dando ao menos parte do que eles exigem de seus parceiros nacionais e vende-pátria.

Como o Estadão é o principal porta-voz da burguesia, sabe que se o Bolsonaro não conseguiu privatizar uma estatal sequer é porque as forças políticas no Congresso e no governo não conseguiram consenso para fazer essa barbaridade contra o próprio país.

Isso mostra a divisão dentro da própria burguesia, uma parte quer aniquilar as indústrias, deixando apenas as multinacionais, entregar todas as riquezas como petróleo, soja, milho e os minérios ao imperialismo, levando o país à bancarrota.

Enquanto que os demais temem por perder seus patrimônios empresariais capitalistas e pela própria sorte se fizerem tamanha brutalidade contra o povo trabalhador. Sabem que mais dia menos dia esses trabalhadores irão cobrar a fatura com juros e correção monetária. Por isso temem ter o mesmo destino que teve Mussolini após sua derrota pelas organizações operárias. Quem conhece sabe que foi muito terrível para Mussolini e seus pares próximos, inclusive a companheira.

A pressão sobre o Bolsonaro ocorreu desde o início de seu mandato. Sabem que no ano final do mandato ocorrerá o mesmo, pois as forças políticas de direita e mesmo com apoio de setores da esquerda pequeno-burguesa bem pensante não conseguirão privatizar nada, pois ainda não chegaram a unificação dos blocos e aplicar a política de terra arrasada no Brasil. Então qual seria o objetivo da pressão?

Parece que por um lado esperam por resultados, mesmo que parciais, e apostam na unificação das duas alas. Mas ao mesmo tempo essa estratégia lança luz em outra questão. Revela que a burguesia não quer Lula nem pintado de ouro, que mesmo que se propusesse a fazer tal loucura, suas bases não perdoariam e iriam criar enorme problema para seu governo, com instabilidade política nas alturas, e isso a burguesia não vai querer.

O que eles precisam e querem, é que haja um candidato que possa colocar em prática essa política de terra arrasada, que levará a imensa maioria da população trabalhadora aos piores horrores já vividos desde a proclamação da república no mínimo. Vai deixar muitos com saudades da era feroz dos governos do FHC, acreditem. Com inflação muito alta, desemprego, fome, miséria e privatizações que não melhoraram a situação do país, pelo contrário, pioraram ainda mais.

 Fica assim desmascarada a proposta de que Lula possa ser eleito com o vice psdbista Alckmin, um verdadeiro cavalo de tróia na candidatura de Lula. Essa farsa é apoiada pela direita por ser uma ilusão para que a esquerda aceite tamanha insensatez e também é apoiada por setores do PT e setores da esquerda que vêem com bons olhos a estratégia suicida para a candidatura de Lula.

Quem lembra o que o Alckmin fez durante seus governos em São Paulo, sabe que ele mesmo é que é o verdadeiro candidato preferido da direita. O tratamento que deu através da PM, aos professores e funcionários públicos, nas repressões a seus movimentos por lutar para ter melhores salários e condições de vida e de trabalho. Nas repressões aos movimentos contra aumentos do preço das passagens de metrô e ônibus que acabaram sendo cooptados pelo MBL, resultando no golpe de estado de 2016. Na orientação para a forma de atuação da PM nas periferias contra os negros, os pobres, as mulheres, resultando em milhares de mortos e feridos. Também no acordo com o PCC quando este decretou toque de recolher no estado e na capital.

Fica claro então que a burguesia quer mesmo é um autêntico  representante seu, que seja de confiança para que a política de terra arrasada seja de fato efetivada. Um “Bolsonaro” que faça o que o imperialismo quer com resultados concretos, coisa que o Bolsonaro não conseguiu mesmo com toda pressão que sofreu durante todo seu mandato. Assim o candidato ideal para a burguesia é alguém como o próprio Alckmin, que está sem cacife para se eleger, outro poderia ser o Bolso Doria João Doria, o Eduardo Leite ou outro que a burguesia possa ter na manga e usar como recurso de última hora com o apoio da imprensa oficial e burguesa, como fez com o Collor de Mello nas eleições de 1989.

Como a situação da burguesia é bastante complicada e eles precisam urgentemente apresentar uma saída concreta para manter seus interesses comerciais no Estado, precisam de um candidato autenticamente ligado a eles. Mas por outro lado fica claro também que farão tudo para sabotar a candidatura do Lula, para terem melhor condição de ganhar as eleições, com todo tipo de fraude que puderem e quiserem usar, até mesmo prender o Lula novamente para que ele não concorra nas eleições. Como diz a expressão “a história se repete, a primeira vez como tragédia, e a segunda como farsa”.

Por tudo isso, é necessário que os trabalhadores se organizem em conselhos populares nas empresas, nos bairros e escolas para lutar contra outro possível golpe contra o Lula e o país. Um caminho excelente para essa discussão é a Conferência Sindical Aberta do PCO que se realizará nos dias 15 e 16 de janeiro de 2022 em São Paulo. A inscrição é feita pelo link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdZOwlZqu3dj7ubrf5IwYa5THrqos0UducgoXEwxeO9GJmCGQ/viewform e o pagamento através do pix chave aleatória: 96acaf3a-88ec-442b-8a46-46463db6e1c2.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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