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Bolsonaro Genocida

Funai bolsonarista proíbe Fiocruz de dar assistência a índios

Bolsonaro e os golpistas promovem também o genocídio da população Yanomami

criança Yanomami morrendo de fome. – conexão planeta

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A FUNAI – Fundação Nacional do Índio, proíbe equipe interdisciplinar de saúde da FioCruz, de prestar assistência a maior reserva de pessoas índigenas Yanomamis no Brasil. São adultos, idosos e crianças Yanomamis que estão morrendo de fome, de malária, sem recursos de saúde, sem assistência do governo. A equipe seria composta por 16 profissionais de saúde, sendo oito médicos de diferentes especialidades, enfermeiros, psicólogos entre outros. Eles também iriam mapear o quanto a invasão dos garimpeiros está causando doenças e mortes.

A Reserva Yanomami foi homologada em 25 de maio de 1992 pelo então presidente Fernando Collor de Melo. Possui uma extensão de 9.419.108 hectares de floresta tropical úmida, relevo montanhoso e faz fronteira com a Venezuela. As terras indígenas Yanomamis são administradas pela FUNAI.

As terras Yanomamis são ricas em minérios como o ouro, e sofrem com a guerra entre mineiros e garimpeiros pela extração ilegal das riquezas dos Yanomamis. Neste ano de 2020, ataques intermitentes foram iniciados desde que os Yanomamis resolveram bloquear o acesso de embarcações que levavam suprimentos aos acampamentos dos garimpeiros. Afinal, além de promoverem a degradação total das terras, também levam doenças, violência de todos os tipos aos verdadeiros donos das terras.

garimpo

Registro de garimpo ilegal em maio de 2020, durante a pandemia, na TI Yanomami. Além da destruição ambiental, da violência e dos conflitos, garimpeiros atuam como vetores da Covid-19 para dentro do território. Foto: Chico Batata/Greenpeace Brasil

São pessoas vís que atacam indiscriminadamente, mataram com metralhadora pessoas indígenas que estavam à beira do rio, jogam bomba em uma embarcação cheia de crianças. No dia 12 de outubro, suposto dia das crianças, duas crianças Yanomamis foram sugadas em uma máquina de extração dos garimpeiros.

A faixa de garimpo dentro da Terra Indigena (TI) Yanomami é extensa, da fronteira com a Venezuela, até quase Boa Vista. São por volta de 43 pontos de garimpo. As mineradoras já têm registrado 500 pedidos na ANM – Agência Nacional de Mineração, para explorar 3,3 milhões de hectares, cerca de 34,3% das TI, não há outra região no país sob disputa tão intensa como essa. No entanto, essas solicitações não podem ir à frente pois ainda não há no Brasil uma lei que autorize a exploração mineral em terras indígenas…ainda.

reserva yanomami2
reserva Yanomami – fonte: cimi.

É importante pontuar que a FUNAI é uma agência governamental brasileira cuja missão é proteger e promover os direitos dos povos indígenas do Brasil. Como parte do Ministério da Justiça, entre as responsabilidades da FUNAI está promover estudos de identificação, delimitação, demarcação e regularização das terras indígenas, além de monitorá-las e fiscalizá-las em prol dos donos das TI, os Yanomamis. 

A FUNAI nunca cumpriu de verdade seu papel, no entanto, desde a posse do ilegítimo presidente fascista Jair Bolsonaro, vemos aumentar de forma geométrica os ataques às pessoas indígenas no Brasil. Bolsonaro nunca escondeu seu desejo de exterminar as pessoas indígenas, e assim com requintes de crueldade, de acordo com os fascistas golpistas dos ditos partidos de centro, estão realizando essa ignomínia, esse flagelo. 

O governo Bolsonaro beneficia a burguesia, os latifundiários, os grileiros, ele mesmo já foi garimpeiro e sua paixão por garimpo obviamente não seria positivo para a população indígena, para as riquezas do Brasil, ele diminuiu restrições e autorizou garimpo dentro de terras demarcadas, promovendo um verdadeiro genocídio.

Ontem, 24/11/21 houve sessão pública na câmara federal, que foi marcada  por polêmica e revolta. estiveram presentes  o Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Anderson Torres, e o presidente da Funai, Marcelo Xavier. Também estavam presentes lideranças indígenas que desmentiram depoimentos da base governista.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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