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Nordeste saiu às ruas pelo fora Bolsonaro

Faltam 3 dias!

Dia 24: fora Bolsonaro, Doria, PSDB e todos os golpistas

Neste sábado, é preciso barrar todos os golpistas nas ruas, levantando as bandeiras de Fora Bolsonaro e Lula Presidente!

É necessário neste sábado sair às ruas, de vermelho, levando as bandeiras da luta contra o golpe e por Lula Presidente, garantindo nas ruas a mobilização popular. – Reprodução

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Faltam apenas três dias para a realização de novos atos nacionais em todo o País, e assim vem chegando o momento de novamente tomar as ruas pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas e por Lula Presidente. Para este sábado (24), a Frente Brasil Popular e as demais organizações à frente do movimento já especulam que a manifestação possa ultrapassar as mais de 400 cidades das quais houve mobilizações no último período, demonstrando um grande crescimento da mobilização.

A expectativa é alta, e alguns setores falam até mesmo na possibilidade das manifestações atingirem cerca de 2 milhões de pessoas nas ruas, o dobro dos atos anteriores. Independentemente das chances disso ocorrer, é visível o rápido crescimento da mobilização e, sobretudo, da radicalização política no interior do movimento que em mais de uma oportunidade rechaçou nas ruas a aliança com os golpistas, a frente ampla, o verde e amarelo e a tentativa de setores da esquerda pequeno-burguesa de se adaptar ao golpe de Estado.

Um movimento contra todo o regime golpista

Em comparação às manifestações anteriores, o movimento está ainda mais decidido de que a luta contra o golpe vai além de simplesmente exigir o Fora Bolsonaro, mas sim, também lutar contra todos os golpistas, contra os ditos “democratas” como Doria e todo o PSDB, além de barrar o verde e amarelo das manifestações. Esta campanha ganhou ainda mais força com a presença massiva do Bloco Vermelho, organizado pelo Partido da Causa Operária e pelos Comitês de Luta, que tornou-se um motor das manifestações, defendendo as bandeiras populares e a verdadeira cor da mobilização dos trabalhadores.

Por um lado, setores da esquerda pequeno-burguesa, principalmente ligados ao PCdoB, e da dita “esquerda” do PDT, vêm em todo o País buscando dar um grande golpe no movimento e abrir caminho para a inserção do PSDB e demais organizações da direita golpista nas manifestações.

Esta ação foi vista pela primeira vez nos atos realizados no dia 3 de julho, quando, na cidade de São Paulo, “militantes” do PSDB apareceram na manifestação da esquerda com bandeiras de Bruno Covas, contando com a proteção do PCdoB, PDT e suas organizações. Junto a estes, organizações como o Acredito, entre outras da direita dita “democrática” se fizeram presentes, buscando influir dentro do movimento, assim como feito em 2013. A ação tem como único sentido tomar de assalto as manifestações, e no lugar de um movimento contra o regime político, seguir a política do principal setor da burguesia.

PSDB e demais sequer defendem o Fora Bolsonaro, mostrando que a sua participação nas manifestações vai contra todos os interesses da classe trabalhadora e da população que se manifesta contra o regime golpista. Os tucanos são, na realidade, junto a todo o “centrão”, a base de apoio do governo Bolsonaro e os principais responsáveis pela política genocida contra a população brasileira.

As plenárias do Bloco Vermelho demonstraram: nada de verde e amarelo

Contudo, a população cada vez mais radicalizada deixou claro no apoio à expulsão do PSDB da manifestação em São Paulo, e na hostilidade com as figuras da direita que foram ao carro de som, que os trabalhadores não estão dispostos a entregar as manifestações para a direita, e que todo regime golpista é inimigo da população brasileira.

Uma representação organizada deste fenômeno político foi o grande sucesso das plenárias do Bloco Vermelho, que ocorreram em dezenas de cidades do Brasil, como também no exterior. Nestas plenárias, militantes e ativistas de toda a esquerda se juntaram ao PCO, formando na luta uma unidade contra o governo Bolsonaro e por Lula Presidente. Com isto, uma grande campanha nacional do bloco foi lançada, servindo para estruturar todo o setor mais combativo do movimento, visando levar para as manifestações milhares de bandeiras, coletes e camisas vermelhas, além de milhares de materiais contra o regime golpista, dando o tom de como deve ser travada a luta contra Bolsonaro e não abrindo espaço para os tucanos.

A presença da CUT e dos trabalhadores

Nesta semana, uma série de atividades foi realizada por todo o País servindo como “esquenta” para as manifestações. A CUT já anunciou que pretende mobilizar os metalúrgicos do ABC para o ato em São Paulo, e aumentar sua participação e das categorias de trabalhadores organizados em todo o País.

Esta presença é fundamental, ainda mais no momento em que categorias como os trabalhadores dos Correios e da Eletrobras sofrem diretamente com a privatização das empresas estatais. Com isso, milhões serão demitidos e terão também seus direitos atacados pelo governo golpista. Além disso, a participação em bloco da CUT é importante para, junto aos trabalhadores, quebrar a paralisia das direções de toda a esquerda, principalmente do movimento sindical, que mesmo na evolução da mobilização, tem ainda muitos dos seus principais dirigentes na política do “fique em casa”, enquanto os trabalhadores morrem todos os dias na pandemia.

Aumentar o movimento e garantir nas ruas Lula Presidente

Outra participação de extrema importância é a do ex-presidente Lula. Principal liderança dos trabalhadores e maior nome para as eleições de 2022 contra Bolsonaro, a presença de Lula nas manifestações servirá para aumentar a polarização contra o regime golpista e impedir a ação da esquerda frente-amplista e da direita no sentido de sabotar as manifestações.

Com Lula nos atos, a tendência é que a mobilização aumente rapidamente de tamanho e mobilize sobretudo os setores mais operários da população. Além disso, é também fundamental garantir uma maior campanha nos bairros populares e nas fábricas, pois ao trazer os trabalhadores para a mobilização o movimento se verá forçado a ir cada vez mais à esquerda, servindo diretamente aos interesses da população e aumentando exponencialmente a luta contra o regime golpista.

Por isso, é necessário neste sábado sair às ruas, de vermelho, levando as bandeiras da luta contra o golpe e por Lula Presidente, garantindo nas ruas a mobilização popular.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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