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Abaixo o bloqueio imperialista

Embargo genocida de Cuba impede até a entrada de doações

O embargo que dura mais de 62 anos é o maior de toda a história moderna e ataca única e exclusivamente a população do país caribenho

Cuba resiste ao bloqueio da maior potência mundial – Foto: reprodução

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O embargo a Cuba por parte dos Estados Unidos é uma das maiores monstruosidades do tempo presente. Diferentemente de quaisquer medidas que visassem a atacar o governo do país, o que já seria uma política criminosa por parte do imperialismo, o embargo ataca a população cubana, causando fome, miséria, falta de produtos básicos para a vida e impede o desenvolvimento do país.

Iniciado em 1959, durante o governo Eisenhower, o embargo só se intensificou, passando de uma redução na compra de açúcar por parte dos EUA para o impedimento na aquisição de petróleo refinado dos EUA. A medida, na época, fez com que o governo Castro estatizasse as empresas petrolíferas norte-americanas na Ilha, o que intensificou ainda mais os bloqueios por parte dos EUA.

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Hoje, na prática, Cuba não pode fazer negócios em nenhuma parte do mundo. Produtos fabricados nos Estados Unidos não podem ser comerciados em Cuba, produtos de outros países, mas que possuam peças de empresas norte-americanas, também não podem ser comercializados, navios que atraquem em Cuba não podem se dirigir aos EUA por pelo menos 6 meses e empresas que negociem com Cuba são impedidas de negociar com os Estados Unidos.

Dessa forma, caso as empresas queiram continuar negociando com a maior potência do mundo, não podem fazer qualquer tipo de negócios com os cubanos, sob pena de se tornarem um pária no mercado.

As causas do bloqueio também são inúmeras. Mesmo tendo um dos melhores sistemas de saúde do mundo, faltam medicamentos e produtos hospitalares para lidar com doenças muitas vezes simples. Por se tratar de um país pequeno, com pouca produção alimentícia, há falta de alimentos básicos, o que faz com que a população tenha de ver sua alimentação racionalizada. Além disso, são frequentes os casos de falta de reposição de peças para máquinas, o que inclui peças de geradores de energia elétrica, o que gerou apagões na ilha recentemente.

Mesmo nos casos de doações feitas por organizações que visam ajudar os cubanos em sua luta contra o imperialismo, levando materiais, medicamentos, alimentos e outros, o embargo acaba prejudicando o país, já que há uma dificuldade imensa em se conseguir transporte para esses produtos. Em alguns casos, é necessário que os doadores de produtos de outros países tenham de levar pessoalmente os produtos adquiridos, como se os transportasse dentro de sua bagagem pessoal, para conseguir furar o bloqueio.

Ainda assim, o bloqueio atrapalha novamente, pois são inúmeros os impedimentos para a realização de turismo e de outros tipos de viagens para a ilha por parte dos EUA, não só o país mais próximo à ilha, mas também o país que conta com o maior número de migrantes que saíram de Cuba.

Durante o governo de Barack Obama, parte da esquerda mundial se animou com os discursos do presidente dos EUA em tom conciliatório para com Cuba. No entanto, Obama não derrubou o embargo genocida e seu sucessor, Donald Trump, apenas o intensificou o embargo colocando mais 243 medidas coercitivas à ilha caribenha.

A política de Obama e de Trump, fez com que alguns setores se iludissem com a eleição de Joe Biden, imaginando que ele pudesse melhorar a situação dos cubanos. No entanto, Biden aumentou a pressão sobre o país, organizando uma tentativa de golpe de estado que veio a cabo no dia 11 de julho, na qual elementos financiados pelo imperialismo dentro de cuba organizaram manifestações pela ilha contra o governo.

Felizmente a tentativa de golpe não funcionou, já que Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba, chamou a população a sair às ruas contra os golpistas, chamado esse que foi amplamente aceitado pelo povo cubano.

Já no dia 22 de julho, Biden anunciou mais medidas a favor do embargo, com sanções a personalidades cubanas, como o ministro da defesa, Álvaro López Miera, e à Brigada Especial Nacional (BEN). Biden disse que “Isto é apenas o começo” sobre a pressão contra Cuba.

É necessário realizar uma ampla campanha contra o embargo imperialista em todo o planeta. Os trabalhadores de todo o mundo devem exigir que o estado operário de Cuba tenha o direito de existir e de comerciar com quem bem entender, para que o povo cubano seja de fato livre da opressão imperialista.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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