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Em meio à pandemia

Covid-19: Patrões de frigoríficos levarão vários trabalhadores à morte

Em frigoríficos do sul do país, 16.345 funcionários expostos, 1.570 deles com síndrome gripal, 124 trabalhadores testaram positivo pelo covid-19, sete já morreram

Linha de produção em frigorifico –

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A imprensa venal das organizações Globo, par encobrir as atitudes criminosas dos patrões em frigoríficos estão dizendo sobres às contaminações, de que, ainda são baixas nesse setor industrial, foi o que o Valor Econômico em um reproduziu no título de deu artigo de 14 de abril desse ano.

Porem, os trabalhadores e seus familiares são o que sabem da situação em que se encontram dentro desses frigoríficos, apesar de, os patrões procurarem esconder a realidade da situação.

As coisas vão acontecendo e, somente depois de alguns dias, quando se levanta o tapete é que mostra a realidade. Um dos casos recentes foi em Passo Fundo, município do Estado do rio Grande do Sul, onde o frigorifico do grupo JBS/Friboi teve as portas vários dias depois das denuncias de contágio do covid-19.

Já foram nove frigoríficos denunciados casos de morte por contágio do coronavírus pelo Brasil, portanto, como os próprios golpistas do governo, tanto federal, quanto estaduais e municipais, os números estão, todos subestimados. É sempre necessário lembrar que os patrões de frigoríficos são os maiores sonegadores de informações de doenças e condições de trabalho.

Conforme o GauchaZH de 29 de abril, “no total, esse frigoríficos somam 16.345 funcionários expostos, sendo 1.570 deles identificados como sintomáticos para síndrome gripal. Nas unidades analisadas, 124 trabalhadores testaram positivo para a covid-19”.

Na terça-feira, dia 28 de abril, há casos suspeitos e confirmados de Covid-19 no setor frigorífico, em pelo menos três Estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

De acordo com o artigo do Globo Rural, já houve casos confirmados em unidades localizadas em Lajeado, Garibaldi e Serafina Corrêa, no Rio Grande do Sul, em Ipumirim (SC) e Paranavaí (PR). “Temos acompanhado a situação e estamos bem preocupados porque o que ocorreu em Passo Fundo não é um caso isolado”. Informações da CNTA.

O vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Alimentação, Arthur Bueno de Camargo, mostrando a completa subserviência aos escravagistas, donos dos frigoríficos reconheceu, em entrevista ao Globo Rural que, “na atividade de abate e desossa de animais, é difícil manter o distanciamento mínimo entre os trabalhadores e ressalta a preocupação com a segurança em tempos de pandemia”. “Entendemos que é uma atividade essencial, mas queremos garantir o mínimo de segurança para estes trabalhadores”, ou seja, para ele, mesmo em uma situação em que, certamente ocorrerá uma tragédia com os trabalhadores, devido à proliferação do covid-19, podendo matar uma quantidade imensa desses trabalhadores, só reconheceu o obvio, mas sua preocupação é nenhuma, tanto é assim que, em Santa Catarina, os trabalhadores entraram em greve e tiveram que voltar ao trabalho, e foi simples assim.

Ao invés disso, está articulando para rebaixar os salários dos trabalhadores, a exemplo de inúmeros outros sindicatos diante da maior concentração de casos no sul do país, a CNTA tem trabalhado junto ao Ministério Público do Trabalho para a elaboração de acordos ou termos de ajustamento de conduta para garantir compromisso da indústria com as condições sanitárias. O Termo de Ajustamento de Conduta é uma farsa montada para senhores de engenho do século XXI continuarem escravizando seus funcionários ainda mais, fora a utilização da famigerada Medida.

Provisória 936/2020. A CNTA está tomando uma atitude igualmente criminosa contra os trabalhadores.

Conforme dados divulgados no boletim epidemiológico sobre os surtos no setor:

Frigorífico de Passo Fundo: 2.410 trabalhadores expostos, 284 sintomáticos de síndrome gripal, 43 casos confirmados de covid-19, quatro óbitos de familiares de trabalhadores;

Frigorífico de Marau: 3.000 trabalhadores expostos, 18 sintomáticos de síndrome, gripal e 12 casos confirmados de covid-19;

Frigorífico um de Garibaldi: 1.157 trabalhadores expostos, quatro sintomáticos de síndrome gripal, três casos confirmados de covid-19 e um óbito de trabalhador;

Frigorífico dois de Garibaldi: 1.127 trabalhadores expostos, 52 sintomáticos de síndrome gripal, 10 casos confirmados de covid-19;

Frigorífico um de Lajeado: 1.800 trabalhadores expostos, 725 sintomáticos de síndrome gripal e 35 casos confirmados de covid-19;

Frigorífico dois de Lajeado: 2.347 trabalhadores expostos, 466 sintomáticos de síndrome gripal, 10 casos confirmados de covid-19 e um óbito de familiar de trabalhador;

Frigorífico de Carlos Barbosa: 347 trabalhadores expostos e quatro casos confirmados de covid-19;

Frigorífico de Encantado: 1.757 trabalhadores expostos, quatro sintomáticos de síndrome gripal e quatro casos confirmados de covid-19;

Frigorífico de Tapejara: 2.400 trabalhadores expostos, 17 sintomáticos de síndrome gripal e três casos confirmados de covid-19 e um óbito de familiares de trabalhador.

Totalizando 16.345 trabalhadores expostos; 1570 com sintomáticos de síndrome gripal; 124 casos confirmados de covid-19; um óbito de trabalhador; e seis óbitos de familiares que tiveram contato como funcionários.

No entanto o levantamento restringe somente aos três Estados do Sul do país, o que, indubitavelmente pode elevar os casos a números bem mais elevados.

É necessário a mobilização dos trabalhadores contra a atitude genocida dos patrões, bem como dos governos, desde o governo federal, do fascista Bolsonaro, bem como, dos demais governos golpistas dos estados e municípios que, a pretexto de atividades essenciais, preferem colocar uma gama enorme entregues à própria sorte.

É preciso que haja uma greve para dar fim aos genocidas dos trabalhadores, assim como, a redução na jornada de trabalho sem redução nos salários.

Que os patrões paguem pela crise!

Fora Bolsonaro e todos os golpistas!

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