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Ato em Brasília

Bloco Vermelho encheu as ruas da capital do País

Ato em Brasília foi bastante significativo e mostrou tendência para aumentar nas próximas manifestações

Manifestantes fecharam a Esplanada dos Ministérios – Foto: Reprodução

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Nesse último sábado, 24, o quarto ato nacional pelo Fora Bolsonaro em centenas de cidades do país reuniu milhares de brasileiros num imenso bloco vermelho, organizado, com bandeiras, faixas, cartazes, carros de som e com poucos infiltrados golpistas escondidos com outras cores e bandeiras, inclusive a Bandeira Nacional, usada por militantes bem intencionados e outros para tentar manipular e acabar com o movimento que está abalando o governo, em crise desde seu início. Apesar das sabotagens da burguesia, os atos num total de 426 cidades comprovaram a combatividade e organização popular que se sobrepôs aos golpistas presentes. Os destaques desse quarto ato, dentre outras organizações, ficaram para o Partido da Causa Operária, com seu bonito, grande e organizado bloco vermelho, o Movimento dos Sem Terra(MST),  a Central Única dos Trabalhadores(CUT) e o Partido dos Trabalhadores(PT). A luta pelo Fora Bolsonaro também está aumentando em muitos países, ampliando a luta internacional contra o fascismo no Brasil.

Em Brasília, os militantes do PCO inauguraram sua imensa faixa, arrastando centenas de militantes, que gritavam em coro “Brasil, urgente, Lula presidente!”, sinalizando que a política para combater a burguesia é através da mobilização popular e apoiando a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, peça-chave para que possamos derrotar o governo fascista que se instalou no Brasil. A mobilização em Brasília aumentou significativamente a quantidade de pessoas em comparações aos atos anteriores e a tenência é aumentar, com mais trabalhadores das periferias e fábricas participando.

A concentração do ato na capital federal começou às 15h, no Museu Nacional da República. Do museu os manifestantes caminharam para o Congresso Nacional, às 16h30, onde fecharam a Esplanada dos Ministérios e foram para o Teatro Nacional às 17h30, quando começaram a se dispersar. A Polícia Militar acompanhou a mobilização, a qual não registrou nenhuma ocorrência. Respeitando as recomendações de proteção contra a Covid, a massa de manifestantes cobraram um auxílio emergencial de verdade, mais vacinas, contra as privatizações do patrimônio nacional – como Eletrobrás, Correios, Petrobrás, Bancos, etc – e mostraram em cartazes e faixas críticas aos militares, muitos pedidos de impeachment e com dizeres de Bolsonaro genocida, enfatizando que para a melhoria da classe trabalhadora é fundamental a queda do fascista que ocupa o Planalto, além dos seus aliados golpistas pelos Estados. Os aliados do presidente também continuam liberando a economia de forma desenfreada, sem nenhum apoio à população e aos pequenos comerciantes e com vacinação lenta e com seguidas faltas de doses para imunizar a população. Os manifestantes também criticaram o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha(MDB), um aliado de Bolsonaro e que mantem as mesmas políticas do presidente, como forçar o retorno criminoso das aulas, em um momento que nem metade da população tomou a primeira dose e nem 20% estão teoricamente imunizados com as duas.

Que os próximos atos pelo Fora Bolsonaro seja ainda mais organizado e volumoso do que este. Que todos os partidos, associações e população em geral fiquem sabendo com antecedência das plenárias de organização a fim de que todos possam opinar e impedir os golpes da burguesia, que continuará tentando manipular os atos e prejudicando os setores mais combativos que desmascaram as sabotagens. Prorrogar muitos os próximos atos, assim como não dar temo de organizá-lo, como marcar horários inconvenientes à classe trabalhadora, são ações que prejudicam o movimento e favorecem a turma do verde-amarelo, que quer tirar o povo das ruas e favorecer a direita golpista.

A queda de Bolsonaro se dará nas ruas, pois o impeachment pode estar comprometido com a compra do centrão(DEM, PSDB, PSD, PSB, etc), que continuará apoiando o governo e suas pautas de destruição, estará nas mobilizações de forma golpista e também poderá abandonar Bolsonaro a qualquer momento, a depender da situação.

Às organizações populares, restam expulsar essa gente golpista, organizar uma grande greve geral para abalar as estruturas golpistas da República e não sair das ruas, senão quando cair o governo e novas eleições forem marcadas.

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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