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Desespero na frente ampla

A vergonhosa manipulação da luta da mulher pela frente ampla

Frente ampla é tão impopular que só pode ser defendida com histeria "identitária", saindo do debate principal que é a farsa da aliança com a direita, para desviar e confundir

Musas da frente ampla – Foto: Reprodução

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Não é segredo, nem para o Estado de S. Paulo, que sobretudo após o ato do dia 2 de outubro, a frente ampla foi destruída pela rejeição da mobilização popular, ou como disse o Jornal burguês: os manifestantes colocaram água no chope da frente ampla. 

Desde então a frente ampla parece tentar dar seu último suspiro, e para isso está sendo usada, de forma baixa e rasteira, a demagogia identitária com a luta da mulher. Obviamente não em favor das mulheres, mas dos golpistas. A Folha de S. Paulo tem se mostrado a grande porta-voz das mulheres da frente ampla, que vai tentar reviver com mais um golpe: o da misoginia contra as mulheres da frente ampla.

Derrocada da frente ampla

A chamada frente ampla, propagada por determinados setores da esquerda, sobretudo PCdoB e PSOL, em conjunto com a direita “democrática”, leia-se João Doria, FHC, Kim Kataguiri, Fernando Holiday, Alexandre Frota, Joice Hasselmann, Ciro Gomes, tabata do Amaral e outros abutres inimigos do povo; segundo seus articuladores tem como objetivo a união de todos que são contra Bolsonaro, independentemente da política defendida pelos frente amplistas.

Há muito existe a tentativa de impulsionar a frente ampla nos setores populares, o que é fortemente rejeitado; veja-se quando em meio à pandemia, com o desemprego disparado, a frente ampla decidiu no dia do trabalhador fazer uma live com alguns dos que mais fizeram contra o trabalhador na história do país, como o próprio FHC, responsável por uma verdadeira carnificina da população que em seu governo sofreu uma das maiores crises alimentares já vistas, e que parece se repetir agora no governo Bolsonaro.

Enquanto a esquerda frenteamplista dava vazão à uma política rasa e direitista de barrar a mobilização popular com a desculpa da pandemia- mesmo com milhões de trabalhadores sendo obrigados a se exporem ao covid-19 todos os dias- os setores mais combativos iam às ruas com a mobilização popular exigir o Fora Bolsonaro- palavra de ordem que outrora era rejeitada pela esquerda da frente ampla. 

O 1º de maio de 2020 na rua,  foi o divisor de águas, quebrou a paralisia de toda a esquerda e deu início à sequência de atos de rua em todo o país contra Bolsonaro e os golpistas. A frente ampla, que antes agia às escuras nas suas zonas de conforto, fora das ruas e por meio das instituições, foi forçada a pensar em formas de se infiltrar no movimento popular que foi para as ruas.

O resultado foi desastroso. O primeiro acontecimento que deixou clara a farsa e a rejeição popular à frente ampla foi o ato de 3 de julho de 2021, onde com uma manobra da frente ampla, o PSDB de João Doria foi ao ato da esquerda e foi expulso por manifestantes. Vale lembrar, João Doria é responsável por ataques ferozes contra os trabalhadores em São Paulo, desde jogar água em moradores de rua até espancar professores; professores estes que são importantes articuladores dos atos de rua da esquerda.

Após mais algumas manobras fracassadas de impulsionar a direita no movimento popular, o atestado de morte da frente ampla veio no ato do dia 2 de outubro, quando os frente amplistas da direita foram rechaçados, vaiados e xingados pelos manifestantes, o destaque foi para Ciro Gomes que nos atos do Rio de Janeiro e São Paulo precisou ser escoltado por seguranças, tal era a revolta popular contra o golpista.

Neste mesmo ato a população deixou claro que não queria acordo com a direita, mas sim a derrubada de Bolsonaro e Lula presidente, como pesquisa da USP feita no ato demonstrou, além das palavras de ordem a todo momento pedindo Lula.

 Depois daí a direita da frente ampla tirou a máscara de democrático, o que já era evidente para a esquerda combativa e militante. Ciro Gomes fez vários ataques ao PT e à esquerda, como os ataques a Lula e a Dilma. Declarando inclusive que se arrependeu de não ter apoiado o golpe.

A farsa da frente ampla se escancarou e fica claro o que já se sabia: 

  1. A direita frenteamplista não é contra as políticas do governo Bolsonaro – se querem mesmo derrubar Bolsonaro é em favor da burguesia. PSDB de Doria e FHC aplicaram e aplicam a mesma política antipopular e de ataque aos trabalhadores implementada por Bolsonaro. O ataque aos funcionários públicos, por exemplo é política em comum de Bolsonaro, PSDB e MBL, ataques aos professores, aos estudantes, às mulheres, ao povo negro. É tudo igual, então qual o sentido de se unir a estes que são a réplica da política de Bolsonaro, contra Bolsonaro? Ninguém acredita nisto, os trabalhadores que são atacados por Doria e Bolsonaro não querem frente ampla, sabem que é uma farsa;
  2. A frente ampla com a direita é eleitoral e anti-Lula – o signatários da frente ampla são os que acusam a presença de Lula nos atos como “campanha eleitoral”, que seria “desvirtuar” a mobilização popular; estes mesmos que são “nem Lula nem Bolsonaro” estão usando os atos de rua da esquerda com o único intuito de alavancar a 3º via, pela qual tudo é viável: Doria, Ciro, Marina Silva, Amoedo, etc, menos Lula, que por acaso é o candidato mais popular e o único nas pesquisas que pode “derrotar o bolsonarismo”;
  3. A frente ampla é impopular e antidemocrática- Embora os frente amplistas tentem impor a frente ampla desesperadamente, mesmo com todo o aparato da burguesia, com a imprensa golpista fazendo uma forte campanha em seus jornais com a ajuda dos “gargantas profundas” da esquerda e os golpes dados dentro do movimento fora Bolsonaro para impor a frente ampla – como por exemplo levar a direita para os atos populares sem uma ampla discussão e consulta às bases, mas sim às escondidas. Estas manobras, portanto, são profundamente antidemocráticas e foram necessárias apenas porque a política é impopular.

A manobra de usar a  mulher para ressuscitar a frente ampla

Dentro da frente ampla as mulheres são usadas como bucha de canhão. Junto com a direita mulheres da esquerda como Isa Penna (PSOL) e Bruna Brelaz (PCdoB/UNE) estão caindo na desmoralização por defenderem os inimigos do povo. tentam seguir os passos de tabata do Amaral, que conseguiu alçar sua carreira política com o financiamento da direita, é apadrinhada por Lemann, um homem dos bancos.

Tabata tentou se passar por esquerda por um tempo, foi completamente desmascarada ao votar pelo fim da aposentadoria dos trabalhadores na reforma da previdência de Temer colocada em votação por Bolsonaro. Esta já está desmoralizada na esquerda e não engana mais ninguém, mas usa a frente ampla para reviver. No seu caso é uma troca, Tabata usa a frente ampla e a frente ampla usa tabata para ambos voltarem a respirar politicamente.

É aqui que entram as mulheres da esquerda. Isa Pena, apesar de uma política inócua e confusa, é de um partido de esquerda, o mesmo para Bruna Brelaz, que além de pertencer a um partido de esquerda é presidente da UNE, um movimento real, embora tenha sido usurpado e golpeado pelo PCdoB, possuem relativa base social, diferente das direitistas sem sal como tábata e Simone tebet que são artificiais como toda a direita.

Com toda a impopularidade, sobrou para todos que saíram em defesa da frente ampla, inclusive Isa Penna e Bruna Brelaz, o que, segundo a própria Brelaz, não era esperado. A manobra então é essa: colocar as mulheres como bucha de canhão da impopular frente ampla, logo, quando forem criticadas e atacadas por defenderem uma política antipovo, seus críticos serão acusados de machistas, misóginos e por aí vai.

Foi o que aconteceu com Isa Penna, que defendeu de forma ferrenha o ato do MBL no dia 12 de setembro, onde subiu no palanque com Kim Kataguiri, Ciro Gomes e João Doria, excrescências da direita. Foi criticada por fazer frente ampla com estes elementos, a resposta às críticas evidentemente foi: machismo.

Já Bruna, que também participou do ato do MBL- contra vontade e decisão das bases da UNE-, teve seu momento não no 12 de setembro, mas depois, no ato do dia 2 de outubro em diante. Ela e outras mulheres do PCdoB, foram colocadas para falar a favor da frente ampla em um ato em que os manifestantes gritavam “frente ampla é traição”, é evidente que o discurso não seria bem vindo e Bruna, que parece não ser tão experiente na arte de ignorar o povo, ficou desnorteada e deu início à demagogia do “estão calando uma mulher negra”. Pobre Bruna.

No ato fez cara de nojo para os manifestantes, estava visivelmente incomodada por não ter sido ovacionada com a defesa da frente ampla; não se viram os mesmos sorrisos de quando participou do ato do MBL com a direita, que aplaudiu seu discurso frenteamplista. Deste ato saiu a sua entrevista para a Folha de São Paulo na última semana, onde ainda em choque Bruna declarou “Fiquei com medo de sair na rua. E não fiquei preocupada por conta do bolsonarismo. Essa rede de ódio precisa ser refletida pela esquerda. As pessoas que são lideranças desses campos precisam falar sobre isso”.

Perguntada sobre as críticas da esquerda, Bruna respondeu:

“O problema não é discordar de mim. O problema é quando as pessoas passam a agir de forma misógina…(…) Eu fiquei com medo de sair na rua. E o mais interessante é que eu não fiquei preocupada por conta do bolsonarismo. Eu fiquei preocupada porque esses setores me conhecem, eu sou da esquerda. Então, no dia 2, fiquei preocupada de chegar perto dessas figuras e ser violentada, como aconteceu especificamente com o Ciro. Eu fui vaiada, beleza. Por um grupinho assim, era só homem branco. E eu falei: “gente, por que isso?”.”

Depois da entrevista Bruna foi novamente criticada, obviamente por estar fazendo campanha a favor da direita e contra a esquerda. Quando chamada de “mais uma negra a favor da casa grande” por um internauta,  Bruna foi só desespero, e depois da coluna do Diário Causa Operária onde sua política foi denunciada, Bruna, como uma boa carreirista que é desmascarada, arrancou os cabelos e ameaçou usar a justiça burguesa contra o militante negro do Partido da Causa Operária. 

O colunista, Juliano Lopes, apenas pontuou de forma política: 

‘Para quem nunca leu nada é simples: o negro de alma branca, o negro da casa, o negro da casa-grande, como seja, é o pelego do movimento sindical, em comparação. Ou seja, uma pessoa que não defende quem diz defender, pelo contrário, está a serviço dos patrões, dos que mandam. Joga no outro time.

É um tipo desprezível ao longo da história da luta do povo negro. Aliás, vários levantes de escravos começaram por matar, primeiro, negros que faziam a capangagem dos senhores de escravos. Em regra, o escravo tinha até mais raiva dessa gente que do próprio senhor de escravo.”

Incapaz de se defender contra os argumentos que pesam contra a frente ampla, por serem de fato indefensáveis, Bruna e a frente ampla, sem ter como defender a frente ampla com argumentos válidos, partiram, é claro, para a histeria identitária de acusar seus críticos de machismo e racismo.

Depois das críticas à entrevista de Bruna Brelaz, a mesma voltou à Folha, agora acompanhada de Isa Penna, Tábata Amaral e Simone Tebet. As musas derrotadas da frente ampla escreveram para a folha texto intitulado: “Não há frente ampla sem protagonismo feminino”

Nisto estão certos os frente-amplistas: a frente ampla é tão impopular que só pode ser defendida com histeria “identitária”, quando sai do debate principal que é a farsa da aliança com a direita, para desviar e entrar em um confusionismo onde não se discute política, mas eufemismos. Além de tudo, submeter a discussão à histeria é uma jogada muito bem pensada da frente ampla, manobra baixa para que não se discuta que Doria ataca professores e funcionários públicos e por isso sua política é igual a de Bolsonaro, e por isso é rejeitado pelas bases da esquerda.

A discussão não tem nada a ver com os defensores da frente ampla serem mulher, homem, negro ou branco, mas o que é a frente ampla e porque ela é rejeitada pela população. Aqui destaco: rejeitado pela população, pelas bases. Isto porque os farsantes insistem em dizer que são grupos minoritários, apenas alguns, etc; o que não se sustenta. Como um grupo minoritário pode decidir os rumos das mobilizações contra todo o aparato da frente ampla? Só existem duas respostas: a política deste grupo é extremamente popular, logo é aderida pelas bases, sendo uma só política: a política do PCO e do PT quanto aos rumos do ato é a mesma do povo.

O fato de o “protagonismo” da frente ampla serem mulheres, como dizem, só torna a traição ainda pior e mais suja; assim como é sujo e rasteiro usar a luta das mulheres por sua emancipação, assim como a dos negros, lutas reais, em favor não desses setores oprimidos, mas de seus inimigos. É a isto que estas mulheres estão servindo e devem ser denunciadas.

Ao invés da histeria contra as críticas e de se bandear para a imprensa golpista, Bruna Brelaz deveria responder às bases. Por que Bruna foi ao ato do MBL mesmo contra a vontade dos estudantes? Por que Bruna se junta ao MBL que fez terrorismo contra estudantes? Por que se junta com Ciro Gomes que ataca Dilma? Por que se junta com FHC que assim como Bolsonaro faz agora, jogou milhões de brasileiros na fome?  Por que quer ir contra a vontade popular que não quer frente ampla?  Por que se unir à direita que tem a mesma política de Bolsonaro? Por que ajudou a infiltrar a direita no ato sem consultar as bases? Por que faz frente ampla com a direita que não leva ninguém para rua e só quer impulsionar a eleição da 3 via?

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