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Em um ano da aprovação da reforma trabalhista imposta pelos  golpistas, suas medidas de ataques aos sindicatos levaram à que essas entidades perdessem, apenas até junho de 2018, mais de 80% de sua receita, só no primeiro trimestre de 2018. Os sindicatos que  arrecadaram R$ 34,6 milhões neste ano, tinham no mesmo período de 2017, quase 5 vezes mais recursos. Em 2017, os sindicatos haviam recebido R$ 170 milhões.

O ataque  golpista aos Sindicatos veio com o fim do desconto obrigatório da contribuição sindical (imposto sindical) relativo a um dia de trabalho de cada trabalhador, desse valor 60% eram destinados aos sindicatos, 20% ficavam com o próprio governo e os outros 20% eram rateados entre confederações e federações.

O fim da contribuição sindical fragilizou as entidades sindicais, com a lei, os trabalhadores não têm mais o imposto descontado e quem quiser contribuir deve fazer individualmente uma medida totalmente anti – sindical, que coloca o trabalhador na mão do patronato que facilmente pode retaliar quem escolher ter vínculo com o sindicato, assim estrangulam financeiramente as entidades sindicais dos trabalhadores.

O principal objetivo dos golpistas é enfraquecer os sindicatos para que a política geral de retirada de direitos e retrocessos se imponha.

A burguesia nacional e internacional é consciente dos seus interesses e assim a direita e a extrema direita defenderam desde o início do golpe o fim do imposto sindical para acabar com os sindicatos, caracterizando como sendo um abuso sobre o trabalhador, oriundo da “arcaica” CLT elaborada durante o Estado Novo ao mesmo tempo em que,  a esquerda pequeno burguesa defendia o fim do imposto sindical para que só acabasse os sindicatos que sobrevivem com o imposto, que segundo a esquerda coxinha atrelariam o sindicato ao estado e onera a vida do trabalhador, se esquecendo que a oneração da vida da classe trabalhadora sempre foi realizada pelos patrões.

Assim a política “progressista” da esquerda pequeno burguesa de ser a favor do fim do imposto sindical, se alia com o fascismo,  na intenção de por abaixo todas as organizações políticas e sindicais da classe operária.

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